– 10:37
Ia fechar a escrita, por agora, porque tenho aulas e um montão de coisas a fazer. Mas um impulso em mim pedia ao Céu que me confirmasse o que acabava de escrever. A minha mão procurou, entre os três volumes destes Escritos que trouxe aqui para o café, o que estava no fundo, e ele abriu-se-me no dia 4/11/95, onde está precisamente a afirmação da nossa Mãe que nunca mais me esqueceu: “A Fé sem dúvidas é morta”!! Porque teima a nossa carne em arranjar dúvidas para evidência tamanha?
– Mãezinha, que Te faço?
– Ama o Meu Jesus. Nada de melhor Me podes fazer.
– Deixa-me amar-Te muito a Ti também!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
445 — Não façais das palavras monumentos
– 8:58:39
A imagem dos segundos chama-me a atenção para o Mistério dos Mistérios abrindo-Se de forma inaudita no Nono Dia. E nos outros Sinais Jesus como que me mete pelos olhos dentro a Sua Mãe, com Quem há já muito tempo não dialogo em forma escrita.
– Mãezinha, eu sei que estás aqui, certamente muito mais ansiosa do que eu por que a disformidade da minha carne desapareça… Quem sou eu, Mãe? Repara no que ainda há pouco na vigília escrevi.
– Tu és Moisés, não to disse já o Meu Filho? Acredita no teu Jesus.
– Eu acredito, Mãe. Tu sabes que eu acredito em todas as Suas Palavras, estou atento até ao Seu tom de voz, ando sempre a espiar tudo o que Ele faz, para ver se Lhe descubro os Desejos mais pequeninos.
– Ele não tem Desejos pequeninos.
– Pois… Tudo n’Ele é do tamanho de Deus, eu sei. Mas por isso mesmo: eu não quero perder nada do que Ele deseje comunicar-me. Eu não tenho é a certeza da fidelidade do meu ouvido, nem dos meus olhos, nem do meu coração! Não vês como estou, Mãe? Diz-me muito francamente, Tu que sabes o que se passa dentro de mim: também era este o Teu estado de espírito há dois mil anos, perante os acontecimentos todos que Te abalavam a vida em Nazaré?
– Meu filhinho, Eu sou tua Mãe. Mas sou também tua Irmã em tudo-tudo-tudo.
– Excepto no Pecado, Mãe!
– Apenas na mancha; não nas consequências. Como podes pensar que Eu vivi uma vida sem tentações, se o Meu Filho e Meu Senhor foi também tentado?
– E dúvidas também as tiveste, Mãezinha?
– A dúvida é justamente o primeiro passo da tentação. Lembra-te de Eva.
– Duvidar não é pecado?
– Que te disse Eu já sobre as dúvidas?
– A Fé sem dúvidas é morta.
– Duvidas de Deus?
– Não!
– De que duvidas então?
– De mim. Das minhas faculdades todas. Eu só duvido de mim, Mãe.
– Tens a certeza?
– Não, nem disso tenho a certeza: só não encontro dentro de mim nem um cantinho que ponha em causa a omnipotência e a perfeição de Deus. Mas sei lá… Satanás é tão manhoso e o nosso pecado tornou-nos tão frágeis… Tu sentias certamente dentro de Ti toda a Força do Espírito de Deus.
– Não foi assim, Salomão; era necessário que Eu fosse vossa Irmã em tudo, para poder vir a ser vossa Mãe. Todas as consequências do Pecado Eu tive que as suportar como qualquer criatura. Como o Meu próprio Filho também.
– Também tiveste dúvidas?
– Tantas!
– Duvidar não é pecado?
– Pecado é fazer Deus do nosso tamanho, duvidando d’Ele. Duvidar de Deus é ter caído na Tentação.
– Então também o Teu Filho teve dúvidas!?
– Hás-de perguntar-Lho um dia a Ele e Ele te revelará o Mistério da Sua Humanidade!
– Duvidar de si próprio é bom?
– Responde tu, Meu filhinho. Que te ensinou já a Sabedoria?
– A dúvida de nós próprios é a garra que afasta a escuridão a caminho da Aurora.
– Quiseste fazer uma frase bonita, não quiseste?
– Acho que quis. E Tu, que pretendeste Tu ao fazer-me esta pergunta?
– Quis fazer-te duvidar de ti.
– E isso é Amor, Mãe?
– É. É manter o teu coração vigilante. Deixas-Me vigiar o teu coraçãozito?
– Já sabes que é tudo o que eu quero. Mas olha: porque quiseste que eu escrevesse “coraçãozito”?
– Que te parece? Tu não és especialista em análise de palavras?
– Sou, sou professor disso. E costumo dizer que os diminutivos servem para diminuir.
– Sentiste-te diminuído?
– Senti-me amado. E o Amor é sempre aumentativo.
– Nova frase bonita, não?
– Que me queres dizer desta vez, Mãezita?
– Que não te prendas ao jogo das palavras. Nunca te deixes deslumbrar por qualquer construção verbal. Repara nos Dez Mandamentos que Yahveh escreveu em tábuas de pedra e que está hoje escrevendo de novo, também nestas folhas. Repara também nas Minhas palavras aos pequeninos, em Lourdes, em Fátima, em Garabandal, em Medugorje. Considera a Palavra do próprio Deus que a Vassula regista! Atenção, Meu filho: as palavras são só um invólucro de carne que com o tempo murcha e se corrompe; querer fazer delas monumentos imorredoiros é soberba igual à dos construtores da Torre de Babel.
– Mas há também as Parábolas de Jesus…
– Construção verbal, as Parábolas de Jesus?
– Mas há também o Cântico dos Cânticos…
– Acho que Me apanhaste. Mas tem muito cuidado: o Cântico dos Cânticos não tem palavras ociosas.
A imagem dos segundos chama-me a atenção para o Mistério dos Mistérios abrindo-Se de forma inaudita no Nono Dia. E nos outros Sinais Jesus como que me mete pelos olhos dentro a Sua Mãe, com Quem há já muito tempo não dialogo em forma escrita.
– Mãezinha, eu sei que estás aqui, certamente muito mais ansiosa do que eu por que a disformidade da minha carne desapareça… Quem sou eu, Mãe? Repara no que ainda há pouco na vigília escrevi.
– Tu és Moisés, não to disse já o Meu Filho? Acredita no teu Jesus.
– Eu acredito, Mãe. Tu sabes que eu acredito em todas as Suas Palavras, estou atento até ao Seu tom de voz, ando sempre a espiar tudo o que Ele faz, para ver se Lhe descubro os Desejos mais pequeninos.
– Ele não tem Desejos pequeninos.
– Pois… Tudo n’Ele é do tamanho de Deus, eu sei. Mas por isso mesmo: eu não quero perder nada do que Ele deseje comunicar-me. Eu não tenho é a certeza da fidelidade do meu ouvido, nem dos meus olhos, nem do meu coração! Não vês como estou, Mãe? Diz-me muito francamente, Tu que sabes o que se passa dentro de mim: também era este o Teu estado de espírito há dois mil anos, perante os acontecimentos todos que Te abalavam a vida em Nazaré?
– Meu filhinho, Eu sou tua Mãe. Mas sou também tua Irmã em tudo-tudo-tudo.
– Excepto no Pecado, Mãe!
– Apenas na mancha; não nas consequências. Como podes pensar que Eu vivi uma vida sem tentações, se o Meu Filho e Meu Senhor foi também tentado?
– E dúvidas também as tiveste, Mãezinha?
– A dúvida é justamente o primeiro passo da tentação. Lembra-te de Eva.
– Duvidar não é pecado?
– Que te disse Eu já sobre as dúvidas?
– A Fé sem dúvidas é morta.
– Duvidas de Deus?
– Não!
– De que duvidas então?
– De mim. Das minhas faculdades todas. Eu só duvido de mim, Mãe.
– Tens a certeza?
– Não, nem disso tenho a certeza: só não encontro dentro de mim nem um cantinho que ponha em causa a omnipotência e a perfeição de Deus. Mas sei lá… Satanás é tão manhoso e o nosso pecado tornou-nos tão frágeis… Tu sentias certamente dentro de Ti toda a Força do Espírito de Deus.
– Não foi assim, Salomão; era necessário que Eu fosse vossa Irmã em tudo, para poder vir a ser vossa Mãe. Todas as consequências do Pecado Eu tive que as suportar como qualquer criatura. Como o Meu próprio Filho também.
– Também tiveste dúvidas?
– Tantas!
– Duvidar não é pecado?
– Pecado é fazer Deus do nosso tamanho, duvidando d’Ele. Duvidar de Deus é ter caído na Tentação.
– Então também o Teu Filho teve dúvidas!?
– Hás-de perguntar-Lho um dia a Ele e Ele te revelará o Mistério da Sua Humanidade!
– Duvidar de si próprio é bom?
– Responde tu, Meu filhinho. Que te ensinou já a Sabedoria?
– A dúvida de nós próprios é a garra que afasta a escuridão a caminho da Aurora.
– Quiseste fazer uma frase bonita, não quiseste?
– Acho que quis. E Tu, que pretendeste Tu ao fazer-me esta pergunta?
– Quis fazer-te duvidar de ti.
– E isso é Amor, Mãe?
– É. É manter o teu coração vigilante. Deixas-Me vigiar o teu coraçãozito?
– Já sabes que é tudo o que eu quero. Mas olha: porque quiseste que eu escrevesse “coraçãozito”?
– Que te parece? Tu não és especialista em análise de palavras?
– Sou, sou professor disso. E costumo dizer que os diminutivos servem para diminuir.
– Sentiste-te diminuído?
– Senti-me amado. E o Amor é sempre aumentativo.
– Nova frase bonita, não?
– Que me queres dizer desta vez, Mãezita?
– Que não te prendas ao jogo das palavras. Nunca te deixes deslumbrar por qualquer construção verbal. Repara nos Dez Mandamentos que Yahveh escreveu em tábuas de pedra e que está hoje escrevendo de novo, também nestas folhas. Repara também nas Minhas palavras aos pequeninos, em Lourdes, em Fátima, em Garabandal, em Medugorje. Considera a Palavra do próprio Deus que a Vassula regista! Atenção, Meu filho: as palavras são só um invólucro de carne que com o tempo murcha e se corrompe; querer fazer delas monumentos imorredoiros é soberba igual à dos construtores da Torre de Babel.
– Mas há também as Parábolas de Jesus…
– Construção verbal, as Parábolas de Jesus?
– Mas há também o Cântico dos Cânticos…
– Acho que Me apanhaste. Mas tem muito cuidado: o Cântico dos Cânticos não tem palavras ociosas.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
444 — Não queres ser a montanha onde Eu falo?
5/2/96 – 4:50
Mais uma vez me dizem os Sinais que no que escrevo está Jesus através do Seu Espírito. Sei também que Jesus me dá a Sua Paz, porque me fez ver 5:07 no relógio antes de me levantar, e me quer falar do Deus Altíssimo, Uno e Trino, porque ao levantar me fez ver a imagem 5:13. De facto, o Texto que o Senhor ontem me indicou está situado a seguir ao Decálogo, que termina justamente no versículo dezoito. Diz assim:
“Estas são as palavras que o Senhor dirigiu com voz forte a toda a assembleia, sobre a montanha, do meio do fogo, da nuvem e das trevas, sem acrescentar mais nada; depois escreveu-as em duas tábuas de pedra, que me entregou”.
Não sei o que me quer o Senhor. Mas se foi este Texto que me indicou, é a mim que com ele quer falar. Estou insensível e até distraído, mas Ele tem uma paciência infinita e espera que eu, sobre os Seus joelhos, qual criança, pare de rodar a cabeça e os olhos e n’Ele me fixe. É tudo sempre muito importante o que Ele me quer dizer, mas desta vez alvoroça-se-me o coração por baixo desta aridez, porque é especialmente solene esta Palavra, pelo contexto em que se encontra.
– Jesus, não me deixes escrever nem uma pintinha que possa trair o Teu Desejo. Escreve sempre e só o Teu Amor nestas folhas tão frágeis que desta vez escolheste para escrever.
– Eu lhes darei a dureza do rochedo.
– Diz então, Jesus, o que me queres, que eu farei à letra o que disseres, farei tudo o que o meu ser paralítico permitir. Que me queres, meu Senhor? Fala “com voz forte” de novo e faz de mim um instrumento de Luz executando instantaneamente o mais pequenino Desejo do Teu Coração. Que me queres, meu Amor?
– Que escrevas agora o que será dito no tempo oportuno sobre a montanha, do meio do fogo, da nuvem e das trevas…
– …sem acrescentar mais nada?
– Escreve, não tenhas medo: sem acrescentar mais nada!
– Explica então, Jesus, esta Tua última Palavra, se for o tempo, segundo o Teu Plano.
– Virá o tempo em que por um pouco Me não vereis falando palavras de carne, porque as que agora estou registando através dos Meus Profetas Eu as farei gravar na rocha…
– Mestre, não me deixes escrever nada que não venha de Ti.
– Acrescenta: para todo o sempre!
– Acrescenta então também isto que me estás dizendo.
– Sim: Eu não ficarei mudo; pelo contrário, a todos os que lerem estas palavras de carne Eu mesmo falarei com voz forte no coração.
– Meu Senhor e meu Deus, que estás fazendo de mim?
– O que ainda há pouco Me pediste que fizesse de ti.
– Luz?
– Sim. E fogo e nuvem e trevas. Não queres ser a montanha de onde eu fale?
– Eu quero ser tudo o que Te convier. Trevas também. E nuvem e fogo, contanto que a Tua Vontade seja feita.
– Eu te abençoo, Meu amor!
São 7:05!
Mais uma vez me dizem os Sinais que no que escrevo está Jesus através do Seu Espírito. Sei também que Jesus me dá a Sua Paz, porque me fez ver 5:07 no relógio antes de me levantar, e me quer falar do Deus Altíssimo, Uno e Trino, porque ao levantar me fez ver a imagem 5:13. De facto, o Texto que o Senhor ontem me indicou está situado a seguir ao Decálogo, que termina justamente no versículo dezoito. Diz assim:
“Estas são as palavras que o Senhor dirigiu com voz forte a toda a assembleia, sobre a montanha, do meio do fogo, da nuvem e das trevas, sem acrescentar mais nada; depois escreveu-as em duas tábuas de pedra, que me entregou”.
Não sei o que me quer o Senhor. Mas se foi este Texto que me indicou, é a mim que com ele quer falar. Estou insensível e até distraído, mas Ele tem uma paciência infinita e espera que eu, sobre os Seus joelhos, qual criança, pare de rodar a cabeça e os olhos e n’Ele me fixe. É tudo sempre muito importante o que Ele me quer dizer, mas desta vez alvoroça-se-me o coração por baixo desta aridez, porque é especialmente solene esta Palavra, pelo contexto em que se encontra.
– Jesus, não me deixes escrever nem uma pintinha que possa trair o Teu Desejo. Escreve sempre e só o Teu Amor nestas folhas tão frágeis que desta vez escolheste para escrever.
– Eu lhes darei a dureza do rochedo.
– Diz então, Jesus, o que me queres, que eu farei à letra o que disseres, farei tudo o que o meu ser paralítico permitir. Que me queres, meu Senhor? Fala “com voz forte” de novo e faz de mim um instrumento de Luz executando instantaneamente o mais pequenino Desejo do Teu Coração. Que me queres, meu Amor?
– Que escrevas agora o que será dito no tempo oportuno sobre a montanha, do meio do fogo, da nuvem e das trevas…
– …sem acrescentar mais nada?
– Escreve, não tenhas medo: sem acrescentar mais nada!
– Explica então, Jesus, esta Tua última Palavra, se for o tempo, segundo o Teu Plano.
– Virá o tempo em que por um pouco Me não vereis falando palavras de carne, porque as que agora estou registando através dos Meus Profetas Eu as farei gravar na rocha…
– Mestre, não me deixes escrever nada que não venha de Ti.
– Acrescenta: para todo o sempre!
– Acrescenta então também isto que me estás dizendo.
– Sim: Eu não ficarei mudo; pelo contrário, a todos os que lerem estas palavras de carne Eu mesmo falarei com voz forte no coração.
– Meu Senhor e meu Deus, que estás fazendo de mim?
– O que ainda há pouco Me pediste que fizesse de ti.
– Luz?
– Sim. E fogo e nuvem e trevas. Não queres ser a montanha de onde eu fale?
– Eu quero ser tudo o que Te convier. Trevas também. E nuvem e fogo, contanto que a Tua Vontade seja feita.
– Eu te abençoo, Meu amor!
São 7:05!
terça-feira, 14 de junho de 2011
443 — Ali só se ouvem rezas e a voz do padre M.
– 19:52
Estive hoje, domingo, outra vez no local onde vi a Vassula. Numa das palestras do padre M. adormeci. Nada me dizem as palestras e as orações ritualizadas que ali vou acompanhando. Que me prende ali então? Creio que é só o facto de naquele local se acolherem os Profetas do nosso tempo, de aí eu ter visto, em carne, a “secretariazinha” do próprio Deus. Mas hoje só ali senti frio e sono. Queria ouvir ali narrar as Maravilhas do Senhor naqueles corações, mas nada ali se ouve, a não ser o murmúrio das orações e a voz do padre M. Regressei frio e cansado. Uma enorme sensação de impotência: nem a Eucaristia eu vivi com maior calor. Pergunto nestas ocasiões com mágoa maior quando me tirará o Senhor desta aridez que só me deixa viver este Encanto intermitente e mesmo assim fechado dentro de mim. E mais uma vez me invade a consciência de que tudo o que de bom vou tendo é puro Dom do Senhor e que Ele só, me poderá reconstruir como perfeita Testemunha Sua, conforme me dizem aqueles algarismos.
Deste modo, ainda não foi agora que encontrei os meus companheiros do Deserto e recebi licença do Mestre para O anunciar na praça pública, como tanto desejo. Só Ele me acompanha ainda com a Sua Voz paciente e sábia, a dizer desta vez: “Deuteronómio cinco, dezanove”.
Dt 5, 19
Estive hoje, domingo, outra vez no local onde vi a Vassula. Numa das palestras do padre M. adormeci. Nada me dizem as palestras e as orações ritualizadas que ali vou acompanhando. Que me prende ali então? Creio que é só o facto de naquele local se acolherem os Profetas do nosso tempo, de aí eu ter visto, em carne, a “secretariazinha” do próprio Deus. Mas hoje só ali senti frio e sono. Queria ouvir ali narrar as Maravilhas do Senhor naqueles corações, mas nada ali se ouve, a não ser o murmúrio das orações e a voz do padre M. Regressei frio e cansado. Uma enorme sensação de impotência: nem a Eucaristia eu vivi com maior calor. Pergunto nestas ocasiões com mágoa maior quando me tirará o Senhor desta aridez que só me deixa viver este Encanto intermitente e mesmo assim fechado dentro de mim. E mais uma vez me invade a consciência de que tudo o que de bom vou tendo é puro Dom do Senhor e que Ele só, me poderá reconstruir como perfeita Testemunha Sua, conforme me dizem aqueles algarismos.
Deste modo, ainda não foi agora que encontrei os meus companheiros do Deserto e recebi licença do Mestre para O anunciar na praça pública, como tanto desejo. Só Ele me acompanha ainda com a Sua Voz paciente e sábia, a dizer desta vez: “Deuteronómio cinco, dezanove”.
Dt 5, 19
segunda-feira, 13 de junho de 2011
442 — A Cegueira, a grande consequência do Pecado
4/2/96 – 5:21
– Senhor, faz de mim uma perfeita testemunha da Tua Luz, conforme a Esperança que aqueles Sinais me dão.
– Não te está prometido vires a ser um Comigo?
– Ser Tua testemunha perfeita é ser perfeitamente um Contigo?
– É ser Eu.
– E como se pode ser Tu, revestido desta carne imperfeita, atacada com o vírus da corrupção?
– Não ficou em ti há dias semeada uma Palavra Minha que ainda não germinou?
– Sim, Mt 23, 19-21.
– Vê-a agora germinando.
– Mal consigo ver: ela está tão revestida da roupagem verbal e dos usos daquela época…
– Disseste bem: a carne que o Pecado vos legou é só um vestido que se gasta e deita fora. Revesti sempre as Minhas Palavras com vestes novas, em que todos se reconheçam.
– Ajuda-me então a pôr àquela Tua Palavra as vestes do nosso tempo.
– Como chamo Eu aos escribas e fariseus?
– “Cegos”.
– Essa é uma palavra de todos os tempos.
– Sim, mas…
– Desnudai as Minhas Palavras como quem tira a casca a um fruto: elas são para comer.
– É da cegueira que estás falando naquele texto?
– Sim. Da cegueira de todos os tempos. A grande consequência do Pecado é a cegueira.
– Estou vendo, Jesus: ficámos prisioneiros do nosso barro.
– A ponto de por ele jurardes.
– Bem hajas, Jesus, pelo que me estás ensinando.
– Expõe o que já viste.
– As pessoas juram pelo que para elas tem muito valor: pelos filhos, pela Constituição da República, pela Bíblia… A quebra do juramento implica castigo ou pelo menos desonra.
– Abri os olhos, que é tempo.
– Ah! Entendo agora porque me bloqueaste frente ao versículo vinte e dois: Tu querias que a minha atenção se concentrasse no “altar” e no “santuário”.
– Sê então testemunha da Minha Luz.
– Enchemos o Teu Altar e o Teu Santuário de coisas inúteis, com que amarramos as pessoas e com base nas quais as julgamos. Estão cheios os Teus altares de ritos, o Teu Santuário de normas e dogmas, em nome dos quais chegámos a matar milhares de filhos Teus!
– Limpai os Meus altares e o Meu Santuário de tudo o que não sou Eu.
– E que Te vestimos, Mestre?
– O vosso amor. Não quero de vós outra veste senão sempre o vosso amor.
– E dos ritos e das normas e das leis e dos dogmas o que lhes havemos de fazer?
– Renunciai a eles e dai-Mos: Eu os transformarei em Luz que o Meu Espírito levará até ao íntimo de cada coração. Vereis então o que os ritos e os dogmas vos escondem.
– Jesus, mostra-nos o Pai e isso nos basta!
São 7:07!
– Senhor, faz de mim uma perfeita testemunha da Tua Luz, conforme a Esperança que aqueles Sinais me dão.
– Não te está prometido vires a ser um Comigo?
– Ser Tua testemunha perfeita é ser perfeitamente um Contigo?
– É ser Eu.
– E como se pode ser Tu, revestido desta carne imperfeita, atacada com o vírus da corrupção?
– Não ficou em ti há dias semeada uma Palavra Minha que ainda não germinou?
– Sim, Mt 23, 19-21.
– Vê-a agora germinando.
– Mal consigo ver: ela está tão revestida da roupagem verbal e dos usos daquela época…
– Disseste bem: a carne que o Pecado vos legou é só um vestido que se gasta e deita fora. Revesti sempre as Minhas Palavras com vestes novas, em que todos se reconheçam.
– Ajuda-me então a pôr àquela Tua Palavra as vestes do nosso tempo.
– Como chamo Eu aos escribas e fariseus?
– “Cegos”.
– Essa é uma palavra de todos os tempos.
– Sim, mas…
– Desnudai as Minhas Palavras como quem tira a casca a um fruto: elas são para comer.
– É da cegueira que estás falando naquele texto?
– Sim. Da cegueira de todos os tempos. A grande consequência do Pecado é a cegueira.
– Estou vendo, Jesus: ficámos prisioneiros do nosso barro.
– A ponto de por ele jurardes.
– Bem hajas, Jesus, pelo que me estás ensinando.
– Expõe o que já viste.
– As pessoas juram pelo que para elas tem muito valor: pelos filhos, pela Constituição da República, pela Bíblia… A quebra do juramento implica castigo ou pelo menos desonra.
– Abri os olhos, que é tempo.
– Ah! Entendo agora porque me bloqueaste frente ao versículo vinte e dois: Tu querias que a minha atenção se concentrasse no “altar” e no “santuário”.
– Sê então testemunha da Minha Luz.
– Enchemos o Teu Altar e o Teu Santuário de coisas inúteis, com que amarramos as pessoas e com base nas quais as julgamos. Estão cheios os Teus altares de ritos, o Teu Santuário de normas e dogmas, em nome dos quais chegámos a matar milhares de filhos Teus!
– Limpai os Meus altares e o Meu Santuário de tudo o que não sou Eu.
– E que Te vestimos, Mestre?
– O vosso amor. Não quero de vós outra veste senão sempre o vosso amor.
– E dos ritos e das normas e das leis e dos dogmas o que lhes havemos de fazer?
– Renunciai a eles e dai-Mos: Eu os transformarei em Luz que o Meu Espírito levará até ao íntimo de cada coração. Vereis então o que os ritos e os dogmas vos escondem.
– Jesus, mostra-nos o Pai e isso nos basta!
São 7:07!
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