É
longo o diálogo à volta da fixação do título desta Profecia. Jesus coloca toda
a seriedade naquilo mesmo que nós acharíamos secundário. Julgo saber que foi
também Ele próprio que escolheu o título de outras Profecias recentes. Tudo, na
verdade, em toda a Profecia, é Palavra Sua. Neste caso, a linguagem continua
informal e não segue os nossos padrões estéticos…
sexta-feira, 3 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
985 — O título
Está escrito na página de abertura deste blog que estas mensagens são
excertos de uma escrita bem longa, a que, perante a minha relutância inicial e
progressivo pasmo, Jesus me levou a chamar uma Profecia, gravada, na sua
maioria, em forma de diálogo, muito informal sobretudo nestes primeiros tempos.
Vão ler um trecho de um desses diálogos, justamente sobre a fixação do título…
22/12/94
– 9:35
– Queres então que fixe o título já?
– Sugere tu mesmo um título.
– Eu? Tenho várias dúvidas…
– Expõe as dúvidas.
– Diálogos do Homem? Eu sou, posso ser, voz do Homem, com maiúscula?
– E que outra coisa
és tu? Não és carne de toda a carne humana, espírito dado por Mim a toda a
natureza humana no Acto Criador?
– Mas queres que eu
seja porta-voz de todo o género humano?
– Sim. De todos
aqueles que crêem em Mim.
– Só dos que crêem?
– A Fé reveste várias formas. Através dos
Meus Crentes , outros e outros acreditarão.
– Está
bem, Jesus. Outra coisa: algo me diz que o título deve referir o tempo. Mas não
sei se especificamente o nosso tempo, ou se todos os tempos, ou se o Tempo Novo
que aí vem.
– Acreditas no Tempo Novo?
– Acredito, sim! Com toda a minha alma. Está
a chegar o Fim. O Fim de uma Era, de um Ciclo. O Tempo que aí vem é Novo. É uma
autêntica Ressurreição, outra vez! É o mesmo
Pentecostes da Tua Igreja Primitiva! Acredito sim, Jesus! Tu virás sobre as
nuvens do céu com todo o Teu Poder. Vamos sentir-Te de novo como o PANTOCRATOR.
E vamos sentir o Teu Espírito agindo em nós de forma espectacular!
– Então vamos ao título.
– “Diálogos…”
– Diálogos está bem. Quero que seja viva,
muito viva, a Mensagem que vais transmitindo. Por isso escolhi um homem de
teatro. “Diálogos”, portanto.
– Mas estes Diálogos não serão sempre com a
mesma Entidade, pois não?
– E que queres dizer com isso? Queres
escrever Triálogos, Tetrálogos, Pentálogos?
– Estás brincando, Jesus?
– Porquê? Não posso?
– Oh, Jesus? É do que eu mais gosto! De Te
sentir assim meu Companheiro, meu Amigo, meu Irmão! Mas olha: porque não lhe
chamamos “Conversas”?
– Também podia ser. Que achas?
– Ai sou eu que escolho?
– Diz o que estavas a pensar.
– Que fica melhor Diálogos.
– Porque…
– Porque é mais unívoca… Por causa das
traduções.
– Isso. Então vamos deixar ficar “Diálogos”.
– O plural até já ressalva o facto de serem
múltiplos…
– Ora vês! E o outro problema?
– Do
Homem.
– Esse já está resolvido, não?
– Queres que fique “Diálogos do Homem…”?
– Que achas?
– Eu?
– Sim, tu. Não te sentes exprimir problemas
e anseios de toda a natureza humana?
– Talvez, mas de modo muito incompleto,
muito imperfeito e se calhar parcial, subjectivo…
– Eu tratarei desse assunto: quero-te uma
voz universal.
– Não é megalomania minha?
– Que escreveste já uma vez sobre a
megalomania?
– “Megalómana foi a Criação. Megalómano é o
Pecado. Megalómana teria que ser a Redenção”.
– Deixa então ficar assim. Mas fica sempre
atento. Também há a megalomania de Satanás.
– E tanta gente a dizer que Ele não existe…
Olha: até escrevi “ele” com maiúscula!
– Eu farei com que ele fique minúsculo no
tempo que está para vir e já começou.
– Exactamente, o tempo. O tempo é outra
coisa que acho que deveria figurar no título.
– Então fá-la figurar!
– Queres então que fixe o título já?
– Sugere tu mesmo um título.
– Eu? Tenho várias dúvidas…
– Expõe as dúvidas.
– Diálogos do Homem? Eu sou, posso ser, voz do Homem, com maiúscula?
– E que outra coisa
és tu? Não és carne de toda a carne humana, espírito dado por Mim a toda a
natureza humana no Acto Criador?
– Mas queres que eu
seja porta-voz de todo o género humano?
– Sim. De todos
aqueles que crêem em Mim.
– Só dos que crêem?
– A Fé reveste várias formas. Através dos
Meus Crentes , outros e outros acreditarão.
– Está
bem, Jesus. Outra coisa: algo me diz que o título deve referir o tempo. Mas não
sei se especificamente o nosso tempo, ou se todos os tempos, ou se o Tempo Novo
que aí vem.
– Acreditas no Tempo Novo?
– Acredito, sim! Com toda a minha alma. Está
a chegar o Fim. O Fim de uma Era, de um Ciclo. O Tempo que aí vem é Novo. É uma
autêntica Ressurreição, outra vez! É o mesmo
Pentecostes da Tua Igreja Primitiva! Acredito sim, Jesus! Tu virás sobre as
nuvens do céu com todo o Teu Poder. Vamos sentir-Te de novo como o PANTOCRATOR.
E vamos sentir o Teu Espírito agindo em nós de forma espectacular!
– Então vamos ao título.
– “Diálogos…”
– Diálogos está bem. Quero que seja viva,
muito viva, a Mensagem que vais transmitindo. Por isso escolhi um homem de
teatro. “Diálogos”, portanto.
– Mas estes Diálogos não serão sempre com a
mesma Entidade, pois não?
– E que queres dizer com isso? Queres
escrever Triálogos, Tetrálogos, Pentálogos?
– Estás brincando, Jesus?
– Porquê? Não posso?
– Oh, Jesus? É do que eu mais gosto! De Te
sentir assim meu Companheiro, meu Amigo, meu Irmão! Mas olha: porque não lhe
chamamos “Conversas”?
– Também podia ser. Que achas?
– Ai sou eu que escolho?
– Diz o que estavas a pensar.
– Que fica melhor Diálogos.
– Porque…
– Porque é mais unívoca… Por causa das
traduções.
– Isso. Então vamos deixar ficar “Diálogos”.
– O plural até já ressalva o facto de serem
múltiplos…
– Ora vês! E o outro problema?
– Do
Homem.
– Esse já está resolvido, não?
– Queres que fique “Diálogos do Homem…”?
– Que achas?
– Eu?
– Sim, tu. Não te sentes exprimir problemas
e anseios de toda a natureza humana?
– Talvez, mas de modo muito incompleto,
muito imperfeito e se calhar parcial, subjectivo…
– Eu tratarei desse assunto: quero-te uma
voz universal.
– Não é megalomania minha?
– Que escreveste já uma vez sobre a
megalomania?
– “Megalómana foi a Criação. Megalómano é o
Pecado. Megalómana teria que ser a Redenção”.
– Deixa então ficar assim. Mas fica sempre
atento. Também há a megalomania de Satanás.
– E tanta gente a dizer que Ele não existe…
Olha: até escrevi “ele” com maiúscula!
– Eu farei com que ele fique minúsculo no
tempo que está para vir e já começou.
– Exactamente, o tempo. O tempo é outra
coisa que acho que deveria figurar no título.
– Então fá-la figurar! ...
quarta-feira, 1 de maio de 2013
984 — Ser forte! Ser forte!
Depois do louco alvoroço da primeira paixão, as emoções vão acalmando
mas, neste caso, nunca resfriando: Deus é um Fogo inextinguível. Daí que a
linguagem continua infantil: o coração continua ingénuo.
Confeitaria
“Márcio”, 21/12/94
– Senhor, tenho escrito tanto ultimamente
nas marcas tanto da Bíblia como da Vassula e tão pouco nestas páginas dos nosso
diálogos (posso dizer “nossos”, não posso?). Porquê?
– Porque cresceste.
– E daí?
– A adolescência começa a virar-se para
dentro, a juventude começa a raciocinar…
– Estou deixando de ser criança?
– Espero que não. Estás só tornando-te mais
profundo no Amor. Repara: que acabaste de escrever ainda agora na marca da
Bíblia?
– Sobre o Teu Amor.
– Que faceta do Meu Amor?
– A Misericórdia.
– “Misericórdia” faz-te um pouco de
impressão, não faz?
– Faz. Nós-homens consideramos a pena, a
misericórdia, quase contrária ao amor. Ninguém admite que se tenha pena de si.
Ninguém se admite digno de pena. É o nosso orgulho, não é?
– Sim. O que fez do vosso coração o orgulho!
– Não nos queremos admitir frágeis,
pecadores, miseráveis, é isso?
– É isso, Salomão, é isso. A serpente
meteu-vos no coração, logo no início, a ilusão da força! Ser forte! Ser forte!
– Não fracassar! Não fracassar! É isso?
– É isso, Salomão, é isso! Sempre de crista
muito alevantada, ridículos no vosso orgulho. Se soubésseis como sois
ridículos…
– Dignos de pena, queres Tu dizer, Jesus!?
– É isso, Salomão, é isso! Do que mais precisais
é de que o Pai tenha pena de vós.
– Merecemos morrer, não merecemos?
– Procurais teimosamente a morte, pobres
criaturas cegas!
– Se o Pai não tivesse misericórdia de nós,
morríamos como tordos, não morríamos?
– O Pai não vos deixa morrer. E mesmo mortos
vai lá perguntar, chorando, se quereis ressuscitar
– E ressuscita-nos, se nós deixarmos?
– Se vós deixardes, ressuscita. Ele pode
tudo!
– Tudo-tudo, não é, Jesus?
– É!
– Então também pode fazer com que a gente
deixe!
–
Apanhaste-Me. Mas aí há um problema…
– Já sei: a liberdade. A gente por cá também
prega uma lambada a um filho quando ele, usando a liberdade, escolhe coisas que
o vão prejudicar. Não podia o Pai do Céu também dar-nos pelo menos um
safanãozito, até uma lambada bem assente, se Ele sabe, como nós sabemos, que o
filho depois vai agradecer?
– Não sei que te responda, Salomão!
– Como não sabes? Ninguém vai entender essa
resposta!!!
– As crianças são o Meu fraco. Falaste
linguagem de criança. Se vos chegásseis a Mim, sempre com um coração de
criança, se pedísseis ao Pai em Meu Nome sempre com linguagem de criança, o Pai
fraquejava e cedia! Ele não resiste à Simplicidade.
– Nós somos complicação?
– Sois. Complicação pura, estúpida, progressiva.
– A gente até entende o que Tu dizes, Jesus:
nós também, perante um olhar, um anseio, uma dor de uma criança, não
resistimos. Como pudemos esquecer-nos da Inocência do Paraíso? Ela está-vos no
sangue, teimosa, em forma de ânsia.
– Alguns já a sepultaram totalmente, a
Inocência!
– Ressuscita-os, Senhor! Anda lá! Tu podes
tudo! Estabelece sobre a Terra Teu regime que substitua a nossa vaidosa
democracia. Vamos chamar-lhe… Pantocracia! Está bem? Pantocracia de Deus! Que
tal? Tu não és o Pantocrator?
– Pareces um adolescente entusiasmado com o
estudo do grego.
– Também gostas do grego, não gostas? Se
calhar foi também por gostares do grego que foste escolher uma grega para
Profeta do nosso tempo! Como foste perfeito na escolha da nossa Vassula! Grega
ortodoxa, nascida do simbólico Egipto, andarilha por muitos povos e línguas,
fixada no cerne da civilização apóstata! Tu é que sabes!
– A Vassula faz parte do Meu Plano. É
importante no Meu Plano de Redenção.
– Estou vendo, meu impecável Herói! Fazes
tudo com uma pinta que me põe literalmente assarapantado e mudo.
terça-feira, 30 de abril de 2013
983 — A Ira de Deus
Quando nos apaixonamos por Jesus, o que Ele nos mostra faz-nos chorar, a
maior parte das vezes de gratidão, de empolgamento, de alegria… Nesta mensagem
é o Pai do Céu que sobressai e mais uma vez me empolga até às lágrimas.
21/12/94
– 8:18
A Ira de Deus! Eu
conheço-A. Todos nós A conhecemos: quem não a sentiu já, perante os filhos,
perante aqueles que se amam? Há-de ser assim a Ira de Deus: é o Amor que A
provoca e A alimenta! Porque amamos muito, se nos torna insuportável o
abandono, o desprezo, a traição por parte dos que amamos, se nos torna
insuportável a nossa solidão! Pobre Deus! O que d’Ele fez o Amor que nos tem! O absoluto respeito,
a paixão que tem pela nossa liberdade! A Misericórdia que tem de nós, que O
leva a passar séculos sustendo com a Sua grande Mão a monstruosa avalanche dos
nossos pecados que amontoamos continuamente sobre as nossas cabeças e que, pela
mais pura e absoluta justiça, nos deveria esmagar! Ah, o Senhor dos Exércitos
nunca, nunca, nunca castiga: apenas deixa, de
vez em quando, que apenas um
pouquinho da nossa maldade caia sobre as nossas cabeças. Ah, se Ele a
deixasse cair toda! Choro. Porque Deus está desesperado, desanimado, e tem a
razão toda. Toda! É espantosa a Misericórdia deste Pai! Ah, se Ele de repente
virasse Senhor dos Exércitos só – que também é! – ninguém escapava! Nem o
“resto de José”! Nem Lot!, tão generalizada e medonha é a corrupção de Sodoma !
Mas este Senhor dos Exércitos, que, se quisesse, faria avançar “imediatamente”
“mais de doze legiões de anjos” para defender da morte o Seu Filho (Mt 26, 53 –
eu fui verificar de propósito, porque me empolga esta passagem), acaba por
nunca dar a ordem aos Seus anjos-soldados: Ele não consegue dar a ordem
fulminante! Ele não consegue! Ele deixa morrer o Seu Filho, mas não consegue
dar a Ordem! Ele não consegue, não consegue, não consegue! Choro. Ele tem-nos
muito amor, um Amor que só Deus pode ter! Em vez de dar a Ordem, deixa morrer o
Filho Único! Isto é tremendo! Isto é esmagador! Só Deus pode ser assim! O Amor
de Deus é incompreensível ao coração humano!
Mas agora reparo
naquelas “12 legiões”, naquele número 12! 12 significa sempre o conjunto do
Povo de Deus; o antigo (12 tribos) e o novo (12 apóstolos). Está-se-me tornando
insistente a relacionação de todo o Povo de Deus com aquela fala de Jesus na
hora da Sua prisão: é todo o Povo que
leva Jesus à morte! Até os Apóstolos, que não puderam “vigiar uma hora” sequer
com o Mestre! Que O seguiram só de
“longe”, que O negaram todos na pessoa do pobre Pedro! Todo o povo, todas as 12
tribos deveriam, por pura justiça, ser exterminadas por outras tantas “legiões
de anjos”. De vez em quando a Justiça vem ao de cima e a Sua Ira aparece por
momentos. Mas nunca dá a Ordem fulminante! Será que a dará mesmo no próprio Dia
do Juízo Final?
Subscrever:
Mensagens (Atom)