2/7/01 - 2:12
- Maria, diz-me que testemunho quer Jesus que eu dê da Igreja, conforme me pedem aqueles Sinais.
- O que é uma testemunha?
- É aquele que relata com fidelidade aquilo que presenciou.
- Então faz isso e terás realizado o desejo do teu Mestre.
- Mas como? Eu não vi ainda levantada a Igreja com que Jesus sonha…
- Mas vês caída a Igreja em que Jesus vive.
- E é desta Igreja que Jesus quer que eu conte quanto vejo e ouço e sinto?
- Tal como escreveste, não podes dar testemunho de uma coisa que não presenciaste.
- Mas desta Igreja…está tudo dito: ela jaz moribunda, meio apodrecida.
- E não queres recebê-la no teu seio, assim como ela está, para que ela possa renascer?
- Mas ela só pode renascer do Seio de Deus!…
- E onde está Deus, hoje, para que ela se Lhe afunde nas Entranhas?
- Esta Igreja tão de carne deverá hoje afundar-se-Lhe no Seio…de carne?
- Diz-Me, Meu companheiro distraído: não é permanente a incarnação de Deus?
- Jesus quer que eu seja Deus recebendo, nas minhas entranhas de carne, a Igreja moribunda?
- Não tens escrito desde o início que aqueles que aceitam Jesus e O seguem, se tornam um só com Ele, tornando-se assim Seus irmãos e Filhos de Deus?
- Então diz-me, de forma bem clara, minha Pequenina, o que me pede Jesus.
- Que sejas Testemunha viva morrendo.
- Como Tu junto à cruz?
- Deixa-Me dar-te um abraço muito forte, Meu pequenino, porque compreendeste!
- Eu vi de repente nesta Igreja Jesus moribundo na cruz!
- E viste mais…
- Sim, vi-Te a Ti, aos pés do Teu Filho, trespassada de dor.
- E mais estás entendendo ainda…
- Sim!… Vejo-Te ali absorvendo todo o sofrimento do Teu Jesus até ao fundo do Teu ser.
- Eu era uma testemunha do que se estava passando?
- Claro! Uma Testemunha-mártir: o que presenciavas estava acontecendo na Tua carne!
- Deixa-Me então ser em ti novamente essa Testemunha.
- Tu vens para ser hoje o Seio de Deus recebendo a Igreja desfigurada, moribunda, para que daí ela possa renascer?
- Entendeste agora? Eu venho para ser a Mãe da Igreja, recebendo-a na sua morte, para que do Meu Corpo ela possa renascer. Deixa-me ser em ti Seio de Deus recebendo a Igreja que morre, para ser a verdadeira Mãe da Igreja renascida!
- Ah, minha doce Pequenina, não sei se estou penetrando conforme o desejo de Jesus o assombroso Mistério de que me estás falando…
- Basta por agora assim. Mantém-te apenas vigilante. Dentro em breve sentirás na tua carne aquilo que agora apenas registas em toda a medida da tua capacidade.
São 3:24!
sexta-feira, 20 de maio de 2011
425 — Estes Diálogos são uma nova Loucura de Deus
- 11:36:21
Tem sido semeada de grandes perplexidades e sustos esta via que o Mestre me fez seguir, de O incarnar em todo o gesto e acontecimento da vulgar vida humana. Parece querer que O leve às mais remotas e degradadas células do nosso corpo, às mais desconhecidas regiões do nosso espírito. Parece querer encharcar literalmente a terra com a Sua Presença. E esta atitude de Deus, tão inesperada, tão intensa, tão abrangente, criando uma tão dolorosa como fascinante tensão na minha Alma, não é, afinal, outra coisa senão o regresso de todas as coisas ao seu lugar de origem, para aí desabrocharem para uma harmonia sempre nova. Trata-se, afinal, do verdadeiro Regresso de Jesus ao Seu Trono de Senhor de todas as coisas criadas e de Redentor de tudo quanto estava perdido.
Disse-nos esta noite a Senhora uma coisa estranha: esta silenciosa, permanente Incarnação de Deus em tudo quanto é humano, fez entrar o homem no próprio Seio do seu Criador, para aí se tornar Filho, se ele aceitasse esta Loucura do Amor. É como se o homem, pela própria Incarnação, mesmo não a aceitando, tivesse sido subtraído à sua original condição de criatura e colocado numa substancialmente nova condição - a de autêntico Filho de Deus; se, neste novo estado, o homem mantiver a sua rebeldia e se recusar a aceitar o Dom da Filiação, isto torna-se um Pecado muito mais cruel que o primeiro, magoando Deus numa intensidade inexprimível.
Por isso é preciso levar agora a Incarnação de Deus ao mais minúsculo alvéolo da natureza humana. Agora é preciso que o homem reconheça o Redentor que o Céu lhe trouxe.
- Maria, minha enternecedora Companheira tão próxima de mim neste Deserto, diz-me como poderemos realizar neste nosso tempo este tão ardente Desejo do nosso Pai, esta tão chocante Loucura do nosso Jesus.
- Só o Espírito pode realizar todo o Desejo do Pai, toda a Palavra saída do Coração do Filho.
- Se o homem quiser, não é, Companheira? Se o homem quiser! Como vamos fazer com que o homem queira? Como vamos levar todas as vontades rebeldes a olharem Aquele que trespassaram, rendidas à Loucura amorosa de Deus?
- Deixa-Me assumir todos os teus momentos do dia, que Eu levo-os ao nosso Jesus, para que Ele os invada completamente com a Sua Pressença.
- Sim, toma os meus momentos todos, minha querida Amiga. Mas eu estava falando daqueles que não oferecem ao nosso Jesus momento nenhum das suas vidas, que não estão reconhecendo n’Ele o seu Libertador. Como podemos levá-los a sentir Deus incarnado em todas as suas células?
- Só o Espírito o poderá fazer, como tu sabes.
- Ele fará incarnar Jesus nos momentos dos outros, se eu O deixar incarnar nos meus momentos todos?
- Sim. Vê como te escolheu o Pai para gravares nestas frágeis palavras esta tão viva e doce Presença de Jesus em todos os teus momentos.
- É com estas palavras que o Espírito mostrará Jesus?
- É uma tentativa. Uma nova Loucura de Deus.
Tem sido semeada de grandes perplexidades e sustos esta via que o Mestre me fez seguir, de O incarnar em todo o gesto e acontecimento da vulgar vida humana. Parece querer que O leve às mais remotas e degradadas células do nosso corpo, às mais desconhecidas regiões do nosso espírito. Parece querer encharcar literalmente a terra com a Sua Presença. E esta atitude de Deus, tão inesperada, tão intensa, tão abrangente, criando uma tão dolorosa como fascinante tensão na minha Alma, não é, afinal, outra coisa senão o regresso de todas as coisas ao seu lugar de origem, para aí desabrocharem para uma harmonia sempre nova. Trata-se, afinal, do verdadeiro Regresso de Jesus ao Seu Trono de Senhor de todas as coisas criadas e de Redentor de tudo quanto estava perdido.
Disse-nos esta noite a Senhora uma coisa estranha: esta silenciosa, permanente Incarnação de Deus em tudo quanto é humano, fez entrar o homem no próprio Seio do seu Criador, para aí se tornar Filho, se ele aceitasse esta Loucura do Amor. É como se o homem, pela própria Incarnação, mesmo não a aceitando, tivesse sido subtraído à sua original condição de criatura e colocado numa substancialmente nova condição - a de autêntico Filho de Deus; se, neste novo estado, o homem mantiver a sua rebeldia e se recusar a aceitar o Dom da Filiação, isto torna-se um Pecado muito mais cruel que o primeiro, magoando Deus numa intensidade inexprimível.
Por isso é preciso levar agora a Incarnação de Deus ao mais minúsculo alvéolo da natureza humana. Agora é preciso que o homem reconheça o Redentor que o Céu lhe trouxe.
- Maria, minha enternecedora Companheira tão próxima de mim neste Deserto, diz-me como poderemos realizar neste nosso tempo este tão ardente Desejo do nosso Pai, esta tão chocante Loucura do nosso Jesus.
- Só o Espírito pode realizar todo o Desejo do Pai, toda a Palavra saída do Coração do Filho.
- Se o homem quiser, não é, Companheira? Se o homem quiser! Como vamos fazer com que o homem queira? Como vamos levar todas as vontades rebeldes a olharem Aquele que trespassaram, rendidas à Loucura amorosa de Deus?
- Deixa-Me assumir todos os teus momentos do dia, que Eu levo-os ao nosso Jesus, para que Ele os invada completamente com a Sua Pressença.
- Sim, toma os meus momentos todos, minha querida Amiga. Mas eu estava falando daqueles que não oferecem ao nosso Jesus momento nenhum das suas vidas, que não estão reconhecendo n’Ele o seu Libertador. Como podemos levá-los a sentir Deus incarnado em todas as suas células?
- Só o Espírito o poderá fazer, como tu sabes.
- Ele fará incarnar Jesus nos momentos dos outros, se eu O deixar incarnar nos meus momentos todos?
- Sim. Vê como te escolheu o Pai para gravares nestas frágeis palavras esta tão viva e doce Presença de Jesus em todos os teus momentos.
- É com estas palavras que o Espírito mostrará Jesus?
- É uma tentativa. Uma nova Loucura de Deus.
424 — Se não quisermos tornar-nos filhos, Deus nada pode fazer
1/7/01 - 3:15
Estes Sinais falam-me da Presença de Deus vencedor em mim. Por isso eu sou sempre vivo e activo. Por isso eu posso escrever sempre, sem que a minha Fonte se esgote.
Por isso esta Profecia que escrevo é bem o Evangelho da Presença permanente de Deus em nós, ao nível do mais insignificante dos nossos gestos. Mesmo definhando continuamente, mesmo encaminhando-me para a morte, esta Profecia está proclamando o Dom inesgotável da Vida divina actuando em nós. É justamente na Sua Morte que Deus Se revela mais vivo. É morrendo que Ele faz explodir continuamente os limites do Seu Ser para as regiões do Nada, daí arrancando toda a Vida com que vai povoando o Infinito.
- Maria, vem segurar e fazer crescer esta minha Fé na Presença de Deus em tudo quanto nos acontece.
- Espera aí: Deus também O vês presente no Mal que povoa a terra?
- A minha Fé diz-me que, mesmo quando nós rejeitamos Deus, Ele Se encontra na nossa rejeição, dando-lhe consistência. Nada tem ser nem consistência senão em Deus. Tudo quanto existe, só em Deus pode existir. Mesmo o Mal. Foi assim que Jesus me ensinou.
- Então todo o mal que as pessoas possam fazer estará sempre presente no Ser de Deus !?
- Sim, foi exactamente isso que eu entendi.
- Deus, então, sofre!?
- Sim, desde que, pelo Pecado de anjos e homens, o sofrimento foi introduzido no Universo.
- Diz-Me então uma coisa: se o Mal já doía, desde o início do Pecado, no Corpo de Deus, que significou a Incarnação?
- Significou a redução de Deus ao próprio sofrimento de anjos e homens rebeldes. Deus fez-Se todo Dor. Para vir salvar do sofrimento o homem, Deus reduziu-Se a homem sofredor. O sofrimento de homens e demónios deixou de ser apenas uma ferida no Corpo de Deus, para invadir o próprio Coração do Criador. E foi assim que o Amor de Deus recebeu no Seu próprio Seio o homem, fazendo dele Seu Filho.
- Diz-Me então agora uma outra coisa: se Deus possibilitou assim ao homem tornar-se Seu Filho, haverá alguém que fique excluído desta possibilidade?
- Da possibilidade nunca, porque Deus nos ama a todos com igual carinho. Mas o homem pode não aceitar ser Filho de Deus e permanecer, portanto, sempre criatura rebelde.
- Criatura? Porque não disseste Filho rebelde?
- Porque Deus nunca contraria a escolha livre do homem: se este não quiser tornar-se Filho, Deus nada pode fazer.
- Mas pela Incarnação Deus não assumiu no Seu Seio todos os homens para daí Lhe renascerem Filhos?
- Sim. Por isso não aceitar esta Dádiva Maior da Incarnação é um horroroso golpe no Coração de Deus. Ensina-nos, Maria, a acreditar nesta tão íntima Presença de Deus em nós e de nós n’Ele.
São 6:43.
Estes Sinais falam-me da Presença de Deus vencedor em mim. Por isso eu sou sempre vivo e activo. Por isso eu posso escrever sempre, sem que a minha Fonte se esgote.
Por isso esta Profecia que escrevo é bem o Evangelho da Presença permanente de Deus em nós, ao nível do mais insignificante dos nossos gestos. Mesmo definhando continuamente, mesmo encaminhando-me para a morte, esta Profecia está proclamando o Dom inesgotável da Vida divina actuando em nós. É justamente na Sua Morte que Deus Se revela mais vivo. É morrendo que Ele faz explodir continuamente os limites do Seu Ser para as regiões do Nada, daí arrancando toda a Vida com que vai povoando o Infinito.
- Maria, vem segurar e fazer crescer esta minha Fé na Presença de Deus em tudo quanto nos acontece.
- Espera aí: Deus também O vês presente no Mal que povoa a terra?
- A minha Fé diz-me que, mesmo quando nós rejeitamos Deus, Ele Se encontra na nossa rejeição, dando-lhe consistência. Nada tem ser nem consistência senão em Deus. Tudo quanto existe, só em Deus pode existir. Mesmo o Mal. Foi assim que Jesus me ensinou.
- Então todo o mal que as pessoas possam fazer estará sempre presente no Ser de Deus !?
- Sim, foi exactamente isso que eu entendi.
- Deus, então, sofre!?
- Sim, desde que, pelo Pecado de anjos e homens, o sofrimento foi introduzido no Universo.
- Diz-Me então uma coisa: se o Mal já doía, desde o início do Pecado, no Corpo de Deus, que significou a Incarnação?
- Significou a redução de Deus ao próprio sofrimento de anjos e homens rebeldes. Deus fez-Se todo Dor. Para vir salvar do sofrimento o homem, Deus reduziu-Se a homem sofredor. O sofrimento de homens e demónios deixou de ser apenas uma ferida no Corpo de Deus, para invadir o próprio Coração do Criador. E foi assim que o Amor de Deus recebeu no Seu próprio Seio o homem, fazendo dele Seu Filho.
- Diz-Me então agora uma outra coisa: se Deus possibilitou assim ao homem tornar-se Seu Filho, haverá alguém que fique excluído desta possibilidade?
- Da possibilidade nunca, porque Deus nos ama a todos com igual carinho. Mas o homem pode não aceitar ser Filho de Deus e permanecer, portanto, sempre criatura rebelde.
- Criatura? Porque não disseste Filho rebelde?
- Porque Deus nunca contraria a escolha livre do homem: se este não quiser tornar-se Filho, Deus nada pode fazer.
- Mas pela Incarnação Deus não assumiu no Seu Seio todos os homens para daí Lhe renascerem Filhos?
- Sim. Por isso não aceitar esta Dádiva Maior da Incarnação é um horroroso golpe no Coração de Deus. Ensina-nos, Maria, a acreditar nesta tão íntima Presença de Deus em nós e de nós n’Ele.
São 6:43.
423 — Nunca Pedro definirá pontos de doutrina
30/6/01 - 3:34
Olho agora o relógio de novo. A imagem que vejo é 5:00! Não tenho conseguido concentrar-me em nada. Vagueia o meu espírito sobretudo pelas preocupações do momento…
- Ajuda-me, Maria. Estas são as horas de maior silêncio no meu dia, talvez agora as únicas. Se nem nelas consigo orar, como poderei evitar afastar-me de Vós, os meus Amigos do Céu?
- Não tenhas medo. Ninguém conhece melhor o teu coração do que Nós. Lembra o dia de ontem.
- Foi desde manhãzinha até à noite a trabalhar nas obras. Nem sequer parei para pensar naquilo que me tinhas dito na vigília…
- Escreve de novo o que Eu te disse.
- Pediste-me que fosse, na Igreja, a presença da sua Mãe.
- E como entendes este Meu pedido?
- Que devo proceder para com todos os Teus filhos com a sensibilidade e a ternura de uma mãe.
- Como Pedro, não deves antes ser a imagem do nosso másculo e decidido Jesus?
- Entendo agora que o Teu pedido é justamente para que Jesus permaneça sempre como o único Centro da Igreja.
- Mas não é necessário que Jesus seja visível na figura e na missão de Pedro?
- Jesus disse-me que Pedro deverá ser sempre e só um Sinal de unidade da Igreja.
- E Eu estou alterando, com o Meu pedido, o desejo de Jesus?
- Certamente que não: entendo que a actuação de Pedro deve ser discreta como a Tua.
- E quando for preciso tomar atitudes enérgicas, porventura drásticas?
- Estão em Ti todas as energias cósmicas, sem que Tu deixes de ser a nossa leve Rainha, a nossa delicada Mãe.
- Que diferença há então entre uma atitude enérgica Minha e de Jesus?
- Jesus regressará agora aos corações. É aí que Ele actuará de forma diferente para cada um, conforme sabemos; as Tuas atitudes são sempre as da Mãe de Jesus: elas conduzem sempre ao único Mediador. Toda a Tua energia, revelada também de forma diferente a cada um, sempre levará os corações a centrarem-se em Jesus.
- E quanto às decisões drásticas?
- Decisão drástica foi, por exemplo, o total silêncio de Jesus perante Herodes, que queria que Ele fizesse ali um milagre. Decisão drástica foi a do Pai quando entregou à morte o Seu Filho…
- Como preservará então Pedro a Autoridade exclusiva de Jesus perante os conflitos, na Igreja?
- Fará como Tu: pedirá a todos para orarem.
- Mas isso não parece muito eficaz… Pedro não deverá tomar atitudes determinadas perante as divisões, na Igreja?
- Toda a eficácia, na Igreja, estará para sempre no Espírito Santo. Nunca Pedro definirá pontos de doutrina, excomungando os discordantes; esperará que todas as árvores dêem os seus frutos.
São 6:02!
Olho agora o relógio de novo. A imagem que vejo é 5:00! Não tenho conseguido concentrar-me em nada. Vagueia o meu espírito sobretudo pelas preocupações do momento…
- Ajuda-me, Maria. Estas são as horas de maior silêncio no meu dia, talvez agora as únicas. Se nem nelas consigo orar, como poderei evitar afastar-me de Vós, os meus Amigos do Céu?
- Não tenhas medo. Ninguém conhece melhor o teu coração do que Nós. Lembra o dia de ontem.
- Foi desde manhãzinha até à noite a trabalhar nas obras. Nem sequer parei para pensar naquilo que me tinhas dito na vigília…
- Escreve de novo o que Eu te disse.
- Pediste-me que fosse, na Igreja, a presença da sua Mãe.
- E como entendes este Meu pedido?
- Que devo proceder para com todos os Teus filhos com a sensibilidade e a ternura de uma mãe.
- Como Pedro, não deves antes ser a imagem do nosso másculo e decidido Jesus?
- Entendo agora que o Teu pedido é justamente para que Jesus permaneça sempre como o único Centro da Igreja.
- Mas não é necessário que Jesus seja visível na figura e na missão de Pedro?
- Jesus disse-me que Pedro deverá ser sempre e só um Sinal de unidade da Igreja.
- E Eu estou alterando, com o Meu pedido, o desejo de Jesus?
- Certamente que não: entendo que a actuação de Pedro deve ser discreta como a Tua.
- E quando for preciso tomar atitudes enérgicas, porventura drásticas?
- Estão em Ti todas as energias cósmicas, sem que Tu deixes de ser a nossa leve Rainha, a nossa delicada Mãe.
- Que diferença há então entre uma atitude enérgica Minha e de Jesus?
- Jesus regressará agora aos corações. É aí que Ele actuará de forma diferente para cada um, conforme sabemos; as Tuas atitudes são sempre as da Mãe de Jesus: elas conduzem sempre ao único Mediador. Toda a Tua energia, revelada também de forma diferente a cada um, sempre levará os corações a centrarem-se em Jesus.
- E quanto às decisões drásticas?
- Decisão drástica foi, por exemplo, o total silêncio de Jesus perante Herodes, que queria que Ele fizesse ali um milagre. Decisão drástica foi a do Pai quando entregou à morte o Seu Filho…
- Como preservará então Pedro a Autoridade exclusiva de Jesus perante os conflitos, na Igreja?
- Fará como Tu: pedirá a todos para orarem.
- Mas isso não parece muito eficaz… Pedro não deverá tomar atitudes determinadas perante as divisões, na Igreja?
- Toda a eficácia, na Igreja, estará para sempre no Espírito Santo. Nunca Pedro definirá pontos de doutrina, excomungando os discordantes; esperará que todas as árvores dêem os seus frutos.
São 6:02!
422 — Deixa-Me ser em ti a Mãe da Igreja
29/6/01 - 6:05
- Maria, fala comigo, neste dia de Pedro.
- E qual era a coisa que mais desejavas que Eu te dissesse?
- Não tenho nada de especial a pedir-Te; queria só que falasses comigo. Se o fizeres, sei que me vais surpreender.
- Não sentiste necessidade de falar com o nosso Jesus, ou com o próprio Pedro, teu Anjo da Guarda?
- Não: era para Ti que o meu cansado desejo todo se dirigia.
- E não sabes porquê?
- Não; só senti vagamente depois que a minha missão deverá estar muito relacionada Contigo.
- Atende sempre ao que sentes. Vamos examinar os teus Sinais. Que dizem aqueles ali acima?
- Que a Besta se está preparando para fazer parar as palpitações do Coração de Jesus.
- Ela não sabe que o não consegue?
- Ela é cega; o que ela vê é que os homens têm a Alma aberta para o Infinito e para o Abismo e que da sua Liberdade saem opções que emudecem neles o bater do Coração do nosso Jesus.
- É nas pessoas que ela combate Deus?
- Sim, só nas pessoas.
- Então vamos preocupar-nos apenas com as pessoas. Que lhes dirias, neste momento?
- Que se ouvissem a si mesmas.
- Ias dizer de outra maneira…
- Sim. Que orassem.
- E são semelhantes essas duas maneiras de dizer?
- São: ao ouvirmo-nos a nós mesmos, é a Deus que escutamos.
- Vê se não é isso que diz a primeira imagem numérica que observaste.
- Eu senti que nela havia uma relação muito estreita entre mim e Jesus. Era 5:02
- Onde vês, neste caso especialmente, essa relação estreita?
- No zero, Sinal do Espírito. É Ele que tudo une de modo perfeito.
- É então essa a imagem perfeita da oração!?
- Não tinha reparado ainda… Sim: a oração é o Espírito vibrando entre Jesus e a Sua testemunha.
- Sabes qual é a Minha Mensagem a todos os pequeninos Profetas do Senhor que tenho visitado nesta preparação para a Vinda de Jesus?
- Sim, acho que se pode resumir justamente nessa palavra: oração.
- Diz de outra maneira orar.
- Converter-se.
- E de outra maneira ainda.
- Gostar muito de Deus.
- Vês então agora qual tem sido a Minha missão neste tempo que antecede o Regresso de Jesus?
- Sim: levar as pessoas a orar.
- Queres ser a Minha Voz quando chegar o tempo de assumires a tua missão?
- Sim, gostava tanto de poder ser a Tua Voz!…
- E de fazer os Meus gestos e de ter os Meus sentimentos?
- Claro, Senhora.
- Deixa-Me ser então em ti a Mãe da Igreja!
São 7:43.
- Maria, fala comigo, neste dia de Pedro.
- E qual era a coisa que mais desejavas que Eu te dissesse?
- Não tenho nada de especial a pedir-Te; queria só que falasses comigo. Se o fizeres, sei que me vais surpreender.
- Não sentiste necessidade de falar com o nosso Jesus, ou com o próprio Pedro, teu Anjo da Guarda?
- Não: era para Ti que o meu cansado desejo todo se dirigia.
- E não sabes porquê?
- Não; só senti vagamente depois que a minha missão deverá estar muito relacionada Contigo.
- Atende sempre ao que sentes. Vamos examinar os teus Sinais. Que dizem aqueles ali acima?
- Que a Besta se está preparando para fazer parar as palpitações do Coração de Jesus.
- Ela não sabe que o não consegue?
- Ela é cega; o que ela vê é que os homens têm a Alma aberta para o Infinito e para o Abismo e que da sua Liberdade saem opções que emudecem neles o bater do Coração do nosso Jesus.
- É nas pessoas que ela combate Deus?
- Sim, só nas pessoas.
- Então vamos preocupar-nos apenas com as pessoas. Que lhes dirias, neste momento?
- Que se ouvissem a si mesmas.
- Ias dizer de outra maneira…
- Sim. Que orassem.
- E são semelhantes essas duas maneiras de dizer?
- São: ao ouvirmo-nos a nós mesmos, é a Deus que escutamos.
- Vê se não é isso que diz a primeira imagem numérica que observaste.
- Eu senti que nela havia uma relação muito estreita entre mim e Jesus. Era 5:02
- Onde vês, neste caso especialmente, essa relação estreita?
- No zero, Sinal do Espírito. É Ele que tudo une de modo perfeito.
- É então essa a imagem perfeita da oração!?
- Não tinha reparado ainda… Sim: a oração é o Espírito vibrando entre Jesus e a Sua testemunha.
- Sabes qual é a Minha Mensagem a todos os pequeninos Profetas do Senhor que tenho visitado nesta preparação para a Vinda de Jesus?
- Sim, acho que se pode resumir justamente nessa palavra: oração.
- Diz de outra maneira orar.
- Converter-se.
- E de outra maneira ainda.
- Gostar muito de Deus.
- Vês então agora qual tem sido a Minha missão neste tempo que antecede o Regresso de Jesus?
- Sim: levar as pessoas a orar.
- Queres ser a Minha Voz quando chegar o tempo de assumires a tua missão?
- Sim, gostava tanto de poder ser a Tua Voz!…
- E de fazer os Meus gestos e de ter os Meus sentimentos?
- Claro, Senhora.
- Deixa-Me ser então em ti a Mãe da Igreja!
São 7:43.
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