- 8:32:08
É muito estranho o que escrevi esta noite. Entendi que a Rainha do Céu, obedecendo a um desejo do Pai, quer assumir em mim toda a dureza da Devastação que actualmente assola o mundo, para poder chegar aos mais esquecidos dos Seus filhos e para ter pronto, para o Seu Filho Jesus, um Reino puro, quando Ele chegar. Esta Profecia seria assim, juntamente com o Profeta que a escreve, a Voz da Senhora comandando, sob a acção do Espírito, os Seus Exércitos de Luz.
Escrevi o texto da vigília no meio de um grande sofrimento: os operários estavam mesmo por cima de mim fazendo um grande barulho e eu próprio, esgotado do trabalho que tenho desenvolvido na obra, parecia que estava escrevendo com o peso de toda a Cidade às costas. Sei agora que Maria me abençoou.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
420 — O grande embate está ainda para vir
28/6/01 - 4:48
- Maria, onde tens estado, que Te não sinto há tanto tempo?
- Exactamente onde tu estás: no Deserto.
- E continuas alimentando-Te das palavras que escrevo?
- Não só das palavras; também dos gestos que executas durante todo o dia e de todas as tuas sensações, desde as da carne, até às do coração. O Meu alimento no Deserto és tu todo.
- Porquê também os meus gestos e sentimentos?
- Porque as pessoas também fazem gestos e têm sentimentos.
- Sim. E…?
- E o Pai quer que tudo em ti seja Voz Minha, para que as pessoas Me ouçam.
- Tu estás fazendo Teus também os meus gestos e os meus sentimentos?
- Sim. Preciso de estar muito próxima das pessoas: elas são os Meus filhos e precisam de Me conhecer.
- Mas porque me escolheu o Pai logo a mim, que sou tão desprezível de corpo e tão bravo de coração?
- Porque é preciso que os corações sejam agora inteiramente mudados.
- Que deixem de seguir a lógica e os valores deste mundo?
- O Reino que o Pai Me entregou não é deste mundo.
- Não sei se entendo ainda… Sou eu que me tornarei delicado como Tu, ou Tu que Te tornarás rude como eu?
- Eu tenho que ser para os Meus filhos tudo aquilo que eles precisarem que Eu seja.
- Minha querida Princesa do Céu, diz-me o que estou eu a escrever!…
- Não tenhas medo: o que agora vai surgir é Tudo Novo! Acredita nas próprias palavras que escreves em Nome de Jesus.
- Então explica-me porque estou eu hoje tão frio de coração que, apetecendo-me chorar, não consigo chorar.
- Porque é necessário que Eu Me alimente agora de todas as sensações do Deserto.
- Mas Tu não vens sofrendo já o Deserto desde que nasceste?
- Lembra: não foi o Meu Jesus e teu Mestre para o Deserto antes de iniciar a Sua vida pública? Não nasceu Ele já no Deserto?
- Tu estás então preparando-Te para a Tua missão?
- Não Me foi entregue o comando da Batalha? O grande embate está ainda para vir.
São 6:39.
- Maria, onde tens estado, que Te não sinto há tanto tempo?
- Exactamente onde tu estás: no Deserto.
- E continuas alimentando-Te das palavras que escrevo?
- Não só das palavras; também dos gestos que executas durante todo o dia e de todas as tuas sensações, desde as da carne, até às do coração. O Meu alimento no Deserto és tu todo.
- Porquê também os meus gestos e sentimentos?
- Porque as pessoas também fazem gestos e têm sentimentos.
- Sim. E…?
- E o Pai quer que tudo em ti seja Voz Minha, para que as pessoas Me ouçam.
- Tu estás fazendo Teus também os meus gestos e os meus sentimentos?
- Sim. Preciso de estar muito próxima das pessoas: elas são os Meus filhos e precisam de Me conhecer.
- Mas porque me escolheu o Pai logo a mim, que sou tão desprezível de corpo e tão bravo de coração?
- Porque é preciso que os corações sejam agora inteiramente mudados.
- Que deixem de seguir a lógica e os valores deste mundo?
- O Reino que o Pai Me entregou não é deste mundo.
- Não sei se entendo ainda… Sou eu que me tornarei delicado como Tu, ou Tu que Te tornarás rude como eu?
- Eu tenho que ser para os Meus filhos tudo aquilo que eles precisarem que Eu seja.
- Minha querida Princesa do Céu, diz-me o que estou eu a escrever!…
- Não tenhas medo: o que agora vai surgir é Tudo Novo! Acredita nas próprias palavras que escreves em Nome de Jesus.
- Então explica-me porque estou eu hoje tão frio de coração que, apetecendo-me chorar, não consigo chorar.
- Porque é necessário que Eu Me alimente agora de todas as sensações do Deserto.
- Mas Tu não vens sofrendo já o Deserto desde que nasceste?
- Lembra: não foi o Meu Jesus e teu Mestre para o Deserto antes de iniciar a Sua vida pública? Não nasceu Ele já no Deserto?
- Tu estás então preparando-Te para a Tua missão?
- Não Me foi entregue o comando da Batalha? O grande embate está ainda para vir.
São 6:39.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
419 — Miguel falando de Maria
27/6/01 - 5:07
As palavras a que a Senhora me conduziu ontem contêm a essência do Dia que está para vir: o triunfo definitivo de Jesus como primeiro gerado de entre os mortos, presente como Testemunha fiel de Deus naqueles que Ele amou e lavou dos seus pecados.
Não sei se é ainda deste Dia que a minha Companheira do Deserto e Guia por entre os destroços da Devastação me quer falar com a indicação “Apocalipse nove, quinze”. Sinto já, no entanto, pairando sobre as nossas cabeças o Dia por que tanto anseio. E em
Ap 9, 15
leio assim:
“E soltaram os quatro anjos que estavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano, a fim de exterminarem a terça parte dos homens”.
São estas, de facto, as palavras que anunciam o auge da Batalha que a Senhora está comandando. E no meu espírito surge agora Miguel, o meu empolgante Arcanjo de espada fulminante, agora atento aos mais imperceptíveis gestos da Rainha. E uma súbita vontade de me dirigir a ele mesmo apareceu no meu coração…
- Miguel, meu querido Arcanjo da espada de fogo, fala-me tu da nossa Comandante e da Batalha em que por certo tu tens um papel decisivo.
- Sim, também eu esperei ansiosamente por este Dia e estou muito feliz por poder servir agora sob as ordens da minha Senhora.
- Ela é muito linda, não é?
- Ela é tudo aquilo que tens escrito e muito mais ainda aquilo que nunca conseguirás escrever.
- E como são as ordens que Ela te dá? São firmes?
- Ela traz no olhar toda a Segurança do nosso Altíssimo Senhor.
- E como é a Voz d’Ela?
- Traz a intensidade de todas as energias cósmicas e a música de todas as fontes do Universo.
-- Eu chamo-Lhe muitas vezes Fragilidade Omnipotente. Ela é frágil, não é?
- É muito leve, sim. Ela é a pura Inocência que a todos nos traz presos ao Seu fascínio.
- Mas eu já uma vez A vi vestida de guerreira…
- Nunca te saberei dizer o que é para mim a minha Comandante: quando Se veste de guerreira é mais leve, mais inocente ainda. Por isso é invencível.
- Diz-me: como lida Ela com Lúcifer?
- Lúcifer nunca se aproxima; só a vossa Liberdade permite a Lúcifer tocar-vos.
- Mas o auge da Batalha aproxima-se…
- Lúcifer tem que levar a sua obra até ao fim, para que todos a conheçam e ele não se possa mais esconder.
- É a fragilidade da nossa Rainha que irá desmascarar toda a força deste mundo, não é?
- Sim, Ela vos mostrará onde se encontra a verdadeira Força! Sê firme e espera.
- São 7:47!
As palavras a que a Senhora me conduziu ontem contêm a essência do Dia que está para vir: o triunfo definitivo de Jesus como primeiro gerado de entre os mortos, presente como Testemunha fiel de Deus naqueles que Ele amou e lavou dos seus pecados.
Não sei se é ainda deste Dia que a minha Companheira do Deserto e Guia por entre os destroços da Devastação me quer falar com a indicação “Apocalipse nove, quinze”. Sinto já, no entanto, pairando sobre as nossas cabeças o Dia por que tanto anseio. E em
Ap 9, 15
leio assim:
“E soltaram os quatro anjos que estavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano, a fim de exterminarem a terça parte dos homens”.
São estas, de facto, as palavras que anunciam o auge da Batalha que a Senhora está comandando. E no meu espírito surge agora Miguel, o meu empolgante Arcanjo de espada fulminante, agora atento aos mais imperceptíveis gestos da Rainha. E uma súbita vontade de me dirigir a ele mesmo apareceu no meu coração…
- Miguel, meu querido Arcanjo da espada de fogo, fala-me tu da nossa Comandante e da Batalha em que por certo tu tens um papel decisivo.
- Sim, também eu esperei ansiosamente por este Dia e estou muito feliz por poder servir agora sob as ordens da minha Senhora.
- Ela é muito linda, não é?
- Ela é tudo aquilo que tens escrito e muito mais ainda aquilo que nunca conseguirás escrever.
- E como são as ordens que Ela te dá? São firmes?
- Ela traz no olhar toda a Segurança do nosso Altíssimo Senhor.
- E como é a Voz d’Ela?
- Traz a intensidade de todas as energias cósmicas e a música de todas as fontes do Universo.
-- Eu chamo-Lhe muitas vezes Fragilidade Omnipotente. Ela é frágil, não é?
- É muito leve, sim. Ela é a pura Inocência que a todos nos traz presos ao Seu fascínio.
- Mas eu já uma vez A vi vestida de guerreira…
- Nunca te saberei dizer o que é para mim a minha Comandante: quando Se veste de guerreira é mais leve, mais inocente ainda. Por isso é invencível.
- Diz-me: como lida Ela com Lúcifer?
- Lúcifer nunca se aproxima; só a vossa Liberdade permite a Lúcifer tocar-vos.
- Mas o auge da Batalha aproxima-se…
- Lúcifer tem que levar a sua obra até ao fim, para que todos a conheçam e ele não se possa mais esconder.
- É a fragilidade da nossa Rainha que irá desmascarar toda a força deste mundo, não é?
- Sim, Ela vos mostrará onde se encontra a verdadeira Força! Sê firme e espera.
- São 7:47!
terça-feira, 17 de maio de 2011
418 — Também o nosso sangue será redentor
26/6/01 - 5:30
“Apocalipse um, cinco” - ouve, de forma muito determinada, o meu espírito cansado. E vejo assim escrito em
Ap 1, 5:
“e da parte de Jesus Cristo, que é a testemunha fiel, o primogénito dos mortos e o Príncipe dos reis da terra. Àquele que nos ama e com o Seu sangue nos lavou dos nossos pecados”.
- Maria, vem ser a Luz que me leve ao conhecimento destas palavras.
- Então diz-Me o que é que nelas é difícil de entender.
- Para já, uma citação assim, começando e acabando no meio de uma frase, todos dirão que não pode ter vindo do Céu.
- E isso preocupa-te?
- Devo dizer que ainda me preocupa, sim: continua tornando difícil a aceitação destes textos como uma Profecia e consegue fazer vacilar ainda a minha Fé.
- Nunca o teu Mestre te prometeu um caminho fácil, Meu querido amigo.
- É verdade. Nunca pensei é que uma tão grande dificuldade estivesse na própria escrita das suas palavras.
- Mas não tenhas medo: Ele só te está dando o que Lhe tens pedido; tu sabes que o sofrimento por causa do Reino dos Céus é o maior tesouro de Deus incarnado.
- Diz-me então que queres que eu retenha daquelas palavras que me trouxeste.
- Sentes que fui Eu que tas trouxe?
- Sinto que muito discretamente estás comandando esta Batalha.
- Fazem parte desta Batalha aquelas palavras?
- Sim, Jesus é aqui chamado o “Príncipe dos reis da terra”: a Batalha que Tu comandas deverá justamente levar à vitória deste Príncipe.
- E que quer dizer “Testemunha fiel”?
- Que Jesus é a própria Presença de Deus entre nós, em carne.
- Ainda agora?
- Sempre.
- Onde está Ele hoje, em carne?
- Nos Seus discípulos: a Tua Batalha fará deles a própria Presença de Jesus em carne no meio das nações. Eles serão, como o seu Mestre, testemunhas fiéis do Deus incarnado.
- E que mais diz aquele versículo que começa e acaba no meio de uma frase?
- Que Jesus é o “primogénito dos mortos”.
- Traduz.
- Que Jesus é o primeiro gerado entre aqueles que morreram.
- E também isso te diz alguma coisa da Batalha que o Pai Me confiou?
- Sim, diz que esta Batalha vai conduzir os Teus filhos à Ressurreição.
- Por que caminho?
- Pelo caminho da dor e da morte.
- E também isso está naquele versículo manco?
- Está! Na referência ao sangue de Jesus, que nos lavou dos pecados. Agora também o nosso sangue vertido nesta Batalha será redentor.
“Apocalipse um, cinco” - ouve, de forma muito determinada, o meu espírito cansado. E vejo assim escrito em
Ap 1, 5:
“e da parte de Jesus Cristo, que é a testemunha fiel, o primogénito dos mortos e o Príncipe dos reis da terra. Àquele que nos ama e com o Seu sangue nos lavou dos nossos pecados”.
- Maria, vem ser a Luz que me leve ao conhecimento destas palavras.
- Então diz-Me o que é que nelas é difícil de entender.
- Para já, uma citação assim, começando e acabando no meio de uma frase, todos dirão que não pode ter vindo do Céu.
- E isso preocupa-te?
- Devo dizer que ainda me preocupa, sim: continua tornando difícil a aceitação destes textos como uma Profecia e consegue fazer vacilar ainda a minha Fé.
- Nunca o teu Mestre te prometeu um caminho fácil, Meu querido amigo.
- É verdade. Nunca pensei é que uma tão grande dificuldade estivesse na própria escrita das suas palavras.
- Mas não tenhas medo: Ele só te está dando o que Lhe tens pedido; tu sabes que o sofrimento por causa do Reino dos Céus é o maior tesouro de Deus incarnado.
- Diz-me então que queres que eu retenha daquelas palavras que me trouxeste.
- Sentes que fui Eu que tas trouxe?
- Sinto que muito discretamente estás comandando esta Batalha.
- Fazem parte desta Batalha aquelas palavras?
- Sim, Jesus é aqui chamado o “Príncipe dos reis da terra”: a Batalha que Tu comandas deverá justamente levar à vitória deste Príncipe.
- E que quer dizer “Testemunha fiel”?
- Que Jesus é a própria Presença de Deus entre nós, em carne.
- Ainda agora?
- Sempre.
- Onde está Ele hoje, em carne?
- Nos Seus discípulos: a Tua Batalha fará deles a própria Presença de Jesus em carne no meio das nações. Eles serão, como o seu Mestre, testemunhas fiéis do Deus incarnado.
- E que mais diz aquele versículo que começa e acaba no meio de uma frase?
- Que Jesus é o “primogénito dos mortos”.
- Traduz.
- Que Jesus é o primeiro gerado entre aqueles que morreram.
- E também isso te diz alguma coisa da Batalha que o Pai Me confiou?
- Sim, diz que esta Batalha vai conduzir os Teus filhos à Ressurreição.
- Por que caminho?
- Pelo caminho da dor e da morte.
- E também isso está naquele versículo manco?
- Está! Na referência ao sangue de Jesus, que nos lavou dos pecados. Agora também o nosso sangue vertido nesta Batalha será redentor.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
417 — Maria afasta-se para que Jesus se realce
25/6/01 - 3:36
Tem-me Jesus enchido os olhos de Sinais dizendo Eu amo-te! Amo-te muito! E garantindo-me que todo o Céu está presente e atento aos meus passos. E, para o confirmar, um impulso interior quase gritava neste momento: Olha o relógio! Agora! Foi o que fiz e estava lá a imagem 3:55:17! Esta imagem fala-me precisamente da Presença de Deus e de Jesus dando-me a Sua Paz. E já sabemos que quando Jesus nos dá a sua Paz, isso equivale a dizer Gosto muito de ti.
Entretanto o Sinal 6, indicativo da Besta, raramente tem aparecido nos últimos dias, o que é estranho, uma vez que pareço ter estado inteiramente sujeito ao poder de Satanás e seus anjos. Mais uma vez, pois, o Pai do Céu nos está dizendo, à Sua maneira, diferente para cada um dos Seus filhos: Não tenhas medo! Não tenhas nunca medo de Mim! Ele é, de facto, o Senhor do próprio Demónio: se os nossos bracitos tão frágeis permanecerem levantados para Ele, não consegue o Seu Coração permanecer durante muito tempo oculto ao nosso olhar. Não nos tira geralmente a dor, porque esse é o mais claro e directo Caminho do Amor. E Satanás aproveita, executando com precisão a Vontade do Seu absoluto Senhor. Mas passada a tormenta, ou mesmo até enquanto ela desaba sobre nós, verificamos que o papel do Demónio foi apenas conformar-nos com os passos do nosso Irmão Jesus na Sua dolorosa, permanente Incarnação.
E a nossa Mãe? Esmaga-nos de encanto a Sua atitude, especialmente nestes tempos difíceis: discretamente afasta-Se, para que Jesus Se realce em nós. Parece que a Sua missão é sempre conduzir-nos a Jesus e torná-Lo vivo no nosso coração. Quando nos apercebemos deste Seu jeito de nos amar, nem sabemos o que Lhe havemos de fazer e só apetece apertá-La muito contra o nosso coração, sei lá, sermos absorvidos n’Ela, absorvermo-La em nós!… Verificamos que Ela sabe onde está o Centro e a Fonte e que a Sua única preocupação é levar-nos lá, ao Coração do Seu Jesus. E com este Seu jeito de actuar nos confirma Ela no caminho da Humildade, alicerce de toda a verdadeira grandeza. Parece não ser missão d’Ela realizar prodígios espectaculares. Que nos conste, nunca os fez enquanto viveu em carne na terra. Mas nós sentimos que o maior de todos os prodígios é este silencioso milagre que Ela sempre opera em nós: levar-nos direitinhos, pelo caminho da Humildade, ao Coração de Deus!
Não sei quanto tempo mais vai durar esta seca, esta infindável espera; sei contudo agora que tenho comigo Aquela que em absoluto silêncio mais que todos esperou. Esperou nove meses a concretização da promessa de Deus trazida por Gabriel. Esperou trinta anos o início da vida pública de Jesus. Foram mais longos do que trinta anos aqueles três dias em que esperou a Ressurreição. E esperou até à morte o nascimento da Igreja. Por isso espero feliz.
São 5:12!
Tem-me Jesus enchido os olhos de Sinais dizendo Eu amo-te! Amo-te muito! E garantindo-me que todo o Céu está presente e atento aos meus passos. E, para o confirmar, um impulso interior quase gritava neste momento: Olha o relógio! Agora! Foi o que fiz e estava lá a imagem 3:55:17! Esta imagem fala-me precisamente da Presença de Deus e de Jesus dando-me a Sua Paz. E já sabemos que quando Jesus nos dá a sua Paz, isso equivale a dizer Gosto muito de ti.
Entretanto o Sinal 6, indicativo da Besta, raramente tem aparecido nos últimos dias, o que é estranho, uma vez que pareço ter estado inteiramente sujeito ao poder de Satanás e seus anjos. Mais uma vez, pois, o Pai do Céu nos está dizendo, à Sua maneira, diferente para cada um dos Seus filhos: Não tenhas medo! Não tenhas nunca medo de Mim! Ele é, de facto, o Senhor do próprio Demónio: se os nossos bracitos tão frágeis permanecerem levantados para Ele, não consegue o Seu Coração permanecer durante muito tempo oculto ao nosso olhar. Não nos tira geralmente a dor, porque esse é o mais claro e directo Caminho do Amor. E Satanás aproveita, executando com precisão a Vontade do Seu absoluto Senhor. Mas passada a tormenta, ou mesmo até enquanto ela desaba sobre nós, verificamos que o papel do Demónio foi apenas conformar-nos com os passos do nosso Irmão Jesus na Sua dolorosa, permanente Incarnação.
E a nossa Mãe? Esmaga-nos de encanto a Sua atitude, especialmente nestes tempos difíceis: discretamente afasta-Se, para que Jesus Se realce em nós. Parece que a Sua missão é sempre conduzir-nos a Jesus e torná-Lo vivo no nosso coração. Quando nos apercebemos deste Seu jeito de nos amar, nem sabemos o que Lhe havemos de fazer e só apetece apertá-La muito contra o nosso coração, sei lá, sermos absorvidos n’Ela, absorvermo-La em nós!… Verificamos que Ela sabe onde está o Centro e a Fonte e que a Sua única preocupação é levar-nos lá, ao Coração do Seu Jesus. E com este Seu jeito de actuar nos confirma Ela no caminho da Humildade, alicerce de toda a verdadeira grandeza. Parece não ser missão d’Ela realizar prodígios espectaculares. Que nos conste, nunca os fez enquanto viveu em carne na terra. Mas nós sentimos que o maior de todos os prodígios é este silencioso milagre que Ela sempre opera em nós: levar-nos direitinhos, pelo caminho da Humildade, ao Coração de Deus!
Não sei quanto tempo mais vai durar esta seca, esta infindável espera; sei contudo agora que tenho comigo Aquela que em absoluto silêncio mais que todos esperou. Esperou nove meses a concretização da promessa de Deus trazida por Gabriel. Esperou trinta anos o início da vida pública de Jesus. Foram mais longos do que trinta anos aqueles três dias em que esperou a Ressurreição. E esperou até à morte o nascimento da Igreja. Por isso espero feliz.
São 5:12!
Subscrever:
Mensagens (Atom)