- 19:53:27
- É tão mais fácil escrever dialogando Contigo, Maria!
- Eu nunca Me manifestei cansada de dialogar contigo.
- Pois, eu sei. Mas às vezes sinto necessidade de descrever, apenas, o que se passa dentro de mim, para entender melhor aquilo que no diálogo começou a ser iluminado.
- O Mistério da Revelação, por exemplo?
- Sim, reconheço agora que aconteceu na Igreja um fenómeno muito comum entre todos nós: a sede de domínio leva-nos a reduzir o mundo aos limites da nossa compreensão e assim cada igreja reduziu a Revelação de Deus a limites que pudesse controlar permanentemente. Por isso emudeceu Deus, para que Ele não viesse com a Sua Novidade Permanente pôr em causa os limites fixados, e excluiu todos quantos não se reduzissem a esse estreito território do seu domínio.
- Segundo o que acabas de dizer, parece até que Deus, que sempre falou e nunca excluiu ninguém, pode ter-Se revelado numa amplitude maior fora do que dentro das Igrejas!?
- É verdade! É por isso muito natural que agora, no Seu Regresso, muito melhor O entendam os que estão fora da Igreja do que os chamados cristãos!
quinta-feira, 17 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
361 — “Diálogo com os Anjos” — uma Profecia verdadeira
- 11:22:42
“Eu Próprio te envio esse irmão, precisamente para essa viagem. Possa o que vós ides fazer pelo Meu coração reconduzir-nos uma multidão, para partilhar a Nossa glória eterna. Eu, Jesus, abençoo-te” - é assim que Jesus fala à Vassula, em 24/12/96, antes de uma das suas viagens proféticas. Trata-se de uma viagem concreta e de um irmão concreto que a deveria acompanhar. Mas eu imediatamente vi neste irmão o livro que adquiri ontem e naquela viagem o avanço desta Profecia para o Mistério da Revelação aos povos todos da terra, indiscriminadamente!
Parece perfeitamente arbitrária e abusiva a aplicação daquele momento da Vassula ao meu próprio momento actual. Mas veja-se: se aquelas palavra se referissem apenas àquele irmão concreto e àquela viagem concreta, não teriam perdido elas, passado aquele momento e uma vez realizadas, toda a sua força profética? Que “Vida eterna” conteriam elas, conforme dizemos de toda a Palavra de Deus? É verdade ainda que elas estão inseridas num contexto em que parece realçar-se um aspecto específico: a desobediência do Profeta, sob o pretexto e que aquela companhia não seria necessária. Mas se só este aspecto fosse necessário naquele episódio, eu teria sido conduzido ao exacto lugar onde esse aspecto se realça, conforme já aconteceu uma vez!
Assim, pois, de coração tranquilo e de novo tenso na procura dos caminhos de Deus na execução da minha missão, eu vou ouvir com temor e tremor o que dizem “Anjos” a três judeus e uma cristã que não praticam a respectiva religião, como ouvirei com atenção aquilo que outros “Anjos” disseram ou possam vir a dizer através de Profetas e a gente que nem sequer conhece Jesus.
“Eu Próprio te envio esse irmão, precisamente para essa viagem. Possa o que vós ides fazer pelo Meu coração reconduzir-nos uma multidão, para partilhar a Nossa glória eterna. Eu, Jesus, abençoo-te” - é assim que Jesus fala à Vassula, em 24/12/96, antes de uma das suas viagens proféticas. Trata-se de uma viagem concreta e de um irmão concreto que a deveria acompanhar. Mas eu imediatamente vi neste irmão o livro que adquiri ontem e naquela viagem o avanço desta Profecia para o Mistério da Revelação aos povos todos da terra, indiscriminadamente!
Parece perfeitamente arbitrária e abusiva a aplicação daquele momento da Vassula ao meu próprio momento actual. Mas veja-se: se aquelas palavra se referissem apenas àquele irmão concreto e àquela viagem concreta, não teriam perdido elas, passado aquele momento e uma vez realizadas, toda a sua força profética? Que “Vida eterna” conteriam elas, conforme dizemos de toda a Palavra de Deus? É verdade ainda que elas estão inseridas num contexto em que parece realçar-se um aspecto específico: a desobediência do Profeta, sob o pretexto e que aquela companhia não seria necessária. Mas se só este aspecto fosse necessário naquele episódio, eu teria sido conduzido ao exacto lugar onde esse aspecto se realça, conforme já aconteceu uma vez!
Assim, pois, de coração tranquilo e de novo tenso na procura dos caminhos de Deus na execução da minha missão, eu vou ouvir com temor e tremor o que dizem “Anjos” a três judeus e uma cristã que não praticam a respectiva religião, como ouvirei com atenção aquilo que outros “Anjos” disseram ou possam vir a dizer através de Profetas e a gente que nem sequer conhece Jesus.
terça-feira, 15 de março de 2011
360 — Também há Profetas fora do Povo de Deus?
8/1/07 - 4:20
- Maria, diz-me: há muitas Testemunhas e Profetas verdadeiros em toda a terra, não há?
- Estás a pensar mesmo em pessoas que não conhecem Jesus?
- Sim, mesmo nesses. Veja-se o caso dos Profetas bíblicos anteriores a Jesus.
- Mas tu dizes que mesmo nesses falava Jesus!
- Sim, Jesus é a eterna Palavra de Deus: quando Deus fala, é sempre pelo Verbo que Ele Se comunica, mesmo que só “na plenitude dos tempos” o Verbo tenha incarnado. Mas por isso mesmo: se Ele ama por igual, indiscriminadamente, todas as pessoas, o mais natural é que desde o início Ele tenha tentado manifestar-Se e dialogar com os homens, por processos variadíssimos… Estou pensando, por exemplo, naqueles que adoravam o sol, a lua e outros elementos vários da Natureza, naqueles que transmitiam “oráculos” supostamente captados no Além, em “filósofos” perseguidos pelo anúncio que faziam…
- Mas havia adorações interesseiras, oráculos impostores, filósofos perversos, não?
- Claro! É isso que nos leva, certamente, a nivelar tudo pela mesma medida, confundindo o bem com o mal, como é próprio do reino satânico em que vivemos.
- Mas desde o início o chamado Povo eleito de Deus se demarcou dos outros povos, proclamando que, ele apenas, tivera o privilégio de conhecer o Deus verdadeiro…
- É verdade. Sobretudo era clara a rejeição dos ídolos dos outros povos, feitos por mãos humanas. Mas o aparecimento deste Povo, que pela primeira vez adorava um Deus pessoal invisível, não pode significar que Deus tenha abandonado os outros povos, mas que estava tentando comunicar com eles por outra forma…
- De que forma?
- Falando-lhes pessoalmente, através deste Povo.
- Trata-se então de um Povo-Profeta!?
- Exactamente. Mas isso não implica que nos outros povos não tenha havido também verdadeiros Profetas encaminhando-os para o encontro com este Povo, a quem Deus concedeu um Carisma específico entre os Carismas específicos dos outros povos…
- Mais um Mistério, não é, meu querido Profeta?
- Sim, imenso e perturbador… Podemos entrar nele juntos?
São 7:11!
- Maria, diz-me: há muitas Testemunhas e Profetas verdadeiros em toda a terra, não há?
- Estás a pensar mesmo em pessoas que não conhecem Jesus?
- Sim, mesmo nesses. Veja-se o caso dos Profetas bíblicos anteriores a Jesus.
- Mas tu dizes que mesmo nesses falava Jesus!
- Sim, Jesus é a eterna Palavra de Deus: quando Deus fala, é sempre pelo Verbo que Ele Se comunica, mesmo que só “na plenitude dos tempos” o Verbo tenha incarnado. Mas por isso mesmo: se Ele ama por igual, indiscriminadamente, todas as pessoas, o mais natural é que desde o início Ele tenha tentado manifestar-Se e dialogar com os homens, por processos variadíssimos… Estou pensando, por exemplo, naqueles que adoravam o sol, a lua e outros elementos vários da Natureza, naqueles que transmitiam “oráculos” supostamente captados no Além, em “filósofos” perseguidos pelo anúncio que faziam…
- Mas havia adorações interesseiras, oráculos impostores, filósofos perversos, não?
- Claro! É isso que nos leva, certamente, a nivelar tudo pela mesma medida, confundindo o bem com o mal, como é próprio do reino satânico em que vivemos.
- Mas desde o início o chamado Povo eleito de Deus se demarcou dos outros povos, proclamando que, ele apenas, tivera o privilégio de conhecer o Deus verdadeiro…
- É verdade. Sobretudo era clara a rejeição dos ídolos dos outros povos, feitos por mãos humanas. Mas o aparecimento deste Povo, que pela primeira vez adorava um Deus pessoal invisível, não pode significar que Deus tenha abandonado os outros povos, mas que estava tentando comunicar com eles por outra forma…
- De que forma?
- Falando-lhes pessoalmente, através deste Povo.
- Trata-se então de um Povo-Profeta!?
- Exactamente. Mas isso não implica que nos outros povos não tenha havido também verdadeiros Profetas encaminhando-os para o encontro com este Povo, a quem Deus concedeu um Carisma específico entre os Carismas específicos dos outros povos…
- Mais um Mistério, não é, meu querido Profeta?
- Sim, imenso e perturbador… Podemos entrar nele juntos?
São 7:11!
segunda-feira, 14 de março de 2011
359 — “Diálogo com os Anjos” — um livro surpreendente
- 20:09:21
- Como Tu sabes, Maria, passei hoje por uma livraria e vi lá exposto este título: “Diálogo com os Anjos”. Comprei o livro e comecei já a ler… É uma mensagem surpreendente!
- Sentes-te identificado com ela?
- Sim, para já estou fortemente seduzido pela leitura: há várias coisas em comum com a Vassula, comigo, por exemplo.
- Aponta uma, para já.
- O total fascínio que o “Anjo” exerce sobre a sua interlocutora.
- E como te decidiste a comprar um livro, que até é caro, sem conheceres o seu conteúdo?
- Li, na própria livraria, a introdução, e quis-me parecer um caso deveras interessante…
- Aponta um ou outro elemento que mais tenha despertado o teu interesse.
- O facto de três pessoas envolvidas nos diálogos serem judeus e uma cristã, “mas nenhum deles praticava a sua religião”; o facto de as mensagens terem ficado escondidas durante 33 anos; o facto de elas serem transmitidas em diálogo…
- E também houve alguma relutância em adquirir o livro…
- Houve: ele poderia perturbar estes Diálogos…
- E como ultrapassaste a indecisão?
- Vi os Sinais no relógio. Estava lá 47, que me fala de Anúncio e de Paz.
- Como Tu sabes, Maria, passei hoje por uma livraria e vi lá exposto este título: “Diálogo com os Anjos”. Comprei o livro e comecei já a ler… É uma mensagem surpreendente!
- Sentes-te identificado com ela?
- Sim, para já estou fortemente seduzido pela leitura: há várias coisas em comum com a Vassula, comigo, por exemplo.
- Aponta uma, para já.
- O total fascínio que o “Anjo” exerce sobre a sua interlocutora.
- E como te decidiste a comprar um livro, que até é caro, sem conheceres o seu conteúdo?
- Li, na própria livraria, a introdução, e quis-me parecer um caso deveras interessante…
- Aponta um ou outro elemento que mais tenha despertado o teu interesse.
- O facto de três pessoas envolvidas nos diálogos serem judeus e uma cristã, “mas nenhum deles praticava a sua religião”; o facto de as mensagens terem ficado escondidas durante 33 anos; o facto de elas serem transmitidas em diálogo…
- E também houve alguma relutância em adquirir o livro…
- Houve: ele poderia perturbar estes Diálogos…
- E como ultrapassaste a indecisão?
- Vi os Sinais no relógio. Estava lá 47, que me fala de Anúncio e de Paz.
domingo, 13 de março de 2011
358 — O poder purificador do sofrimento
- 13:08:07
Escrevi já que, por me ser dado a ler o mesmo volume destes Diálogos três vezes seguidas, eu continuo sentindo neles Tudo Novo. E acontece descobrir sempre, nesta repetição da leitura, um motivo: há aí textos que me ajudam na fixação dos textos que estou escrevendo, quer abrindo mais a Luz, quer confirmando o que acabo de escrever.
Ouça-se este pequeno extracto do diálogo com a Senhora em 29/11/03:
“- Já vi que quando no Amor sentes misturada alguma Dor, chamas-lhe quente. Gostava que tentasses explicar porquê”.
- Talvez porque sinto no amor dolorido água e fogo misturados, a água matando a sede e o fogo purificando”.
Ora a vigília de hoje tinha focado justamente esta situação: o Paraíso pode já existir aqui, antes que a última gota da Dor desapareça para sempre do Universo. Porque o nosso Deus nunca poderá deixar de sofrer enquanto em alguma das Suas criaturas houver uma réstia de sofrimento. Como não hão-de sofrer com Ele aqueles que O amam como Ele os ama? Assim as palavras que agora li confirmam que o Amor, mmisturado com a Dor, não é menos forte; é até mais “quente”, traz mais fogo dentro de si. Sempre na Escritura o fogo está associado à purificação; nunca à destruição pura. No novo Paraíso estará sempre presente, portanto, este fogo purificador, até que nada mais haja para purificar. Pode ser difícil entendermos isto antes de acontecer. Mas, se atentarmos bem na nossa própria experiência, verificaremos que a maior intensidade do nosso amor acontece não quando tudo corre bem, mas nos momentos em que mais sofremos. Porque o sofrimento purifica!
Escrevi já que, por me ser dado a ler o mesmo volume destes Diálogos três vezes seguidas, eu continuo sentindo neles Tudo Novo. E acontece descobrir sempre, nesta repetição da leitura, um motivo: há aí textos que me ajudam na fixação dos textos que estou escrevendo, quer abrindo mais a Luz, quer confirmando o que acabo de escrever.
Ouça-se este pequeno extracto do diálogo com a Senhora em 29/11/03:
“- Já vi que quando no Amor sentes misturada alguma Dor, chamas-lhe quente. Gostava que tentasses explicar porquê”.
- Talvez porque sinto no amor dolorido água e fogo misturados, a água matando a sede e o fogo purificando”.
Ora a vigília de hoje tinha focado justamente esta situação: o Paraíso pode já existir aqui, antes que a última gota da Dor desapareça para sempre do Universo. Porque o nosso Deus nunca poderá deixar de sofrer enquanto em alguma das Suas criaturas houver uma réstia de sofrimento. Como não hão-de sofrer com Ele aqueles que O amam como Ele os ama? Assim as palavras que agora li confirmam que o Amor, mmisturado com a Dor, não é menos forte; é até mais “quente”, traz mais fogo dentro de si. Sempre na Escritura o fogo está associado à purificação; nunca à destruição pura. No novo Paraíso estará sempre presente, portanto, este fogo purificador, até que nada mais haja para purificar. Pode ser difícil entendermos isto antes de acontecer. Mas, se atentarmos bem na nossa própria experiência, verificaremos que a maior intensidade do nosso amor acontece não quando tudo corre bem, mas nos momentos em que mais sofremos. Porque o sofrimento purifica!
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