- 19:40:28
- Tu sabes, Companheira, como eu ainda agora duvido de coisas que faço, quando ainda hoje afirmei confiar inteiramente em que o nosso omnipotente e bom Senhor tudo quanto faço, coisas certas e erradas, justas e injustas, bem e mal, tudo dirige para o Bem.
- Então também as próprias dúvidas Ele dirige para o Bem, não?
- Já há muito tempo Tu própria me disseste que a Fé, sem dúvidas, é morta. Mas uma dúvida implica que determinada coisa possa ser feita de outra forma, possa até ser autêntico mal, quando eu também a via como verdadeiro bem. Isto é, a dúvida diz, afinal, que é possível sempre melhorar, fazer um bem sempre maior.
- Quer dizer que, perante determinada questão, se, na dúvida, escolheres o bem, evitas a Deus o trabalho de transformar o mal em bem!?
- Isso. Acho que não nos pode ser indiferente escolher o bem ou o mal, com o argumento de que Deus, de ambos, fará só o Bem.
- Mas isso só acontecerá se, perante a dúvida, escolheres simplesmente o caminho fácil…
segunda-feira, 7 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
351 — Deus tornou-se uma Doutrina que se sabe de cor
- 11:53:12
Nos primeiros tempos da minha conversão eu julguei que viver unido a Jesus era estar sempre a pensar n’Ele e nas coisas do Seu Reino. Julguei também que seria eliminar, um a um, todos os meus defeitos, por exemplo a dispersão do meu espírito, justamente para me manter concentrado vinte e quatro horas por dia em Jesus. Enfim, eu não queria largar mais o Jesus por Quem me tinha literalmente apaixonado.
Isto é, eu estava farto de saber e de pregar aos outros que Jesus era verdadeiro Deus incarnado, mas nunca tinha vivido o que sabia e pregava. Claramente, Jesus permanecia, ao nível da minha experiência existencial, fora da nossa vida concreta, isto é, desincarnado, a partir do momento em que morreu e foi sepultado, há vinte séculos. E, pela amostra, é assim que toda a Igreja vê Jesus hoje em dia e desde o tempo, muito longínquo já, em que deixou as catacumbas: Deus incarnado é uma doutrina que se sabe de cor e se prega muito, mas de que não se tem a mínima experiência íntima. E é esta experiência que altera radicalmente a nossa relação com Deus, com as outras pessoas, com todos os outros seres: com Deus, torna-nos verdadeiros filhos; com as outras pessoas torna-nos verdadeiros irmãos; e até com todos os outros seres nos torna irmãos, na medida em que os sentimos todos Carne da nossa Carne. E, o que é mais espantoso, passamos a sentir isto tudo sem ser necessário lembramo-nos expressamente de Deus a toda a hora, nem eliminar à bruta os nossos defeitos, que provavelmente permanecerão até à morte, acrescidos de outros que entretanto adquirimos.
Porque Deus Se fez um de nós para sempre, verdadeiramente, exactamente!
Nos primeiros tempos da minha conversão eu julguei que viver unido a Jesus era estar sempre a pensar n’Ele e nas coisas do Seu Reino. Julguei também que seria eliminar, um a um, todos os meus defeitos, por exemplo a dispersão do meu espírito, justamente para me manter concentrado vinte e quatro horas por dia em Jesus. Enfim, eu não queria largar mais o Jesus por Quem me tinha literalmente apaixonado.
Isto é, eu estava farto de saber e de pregar aos outros que Jesus era verdadeiro Deus incarnado, mas nunca tinha vivido o que sabia e pregava. Claramente, Jesus permanecia, ao nível da minha experiência existencial, fora da nossa vida concreta, isto é, desincarnado, a partir do momento em que morreu e foi sepultado, há vinte séculos. E, pela amostra, é assim que toda a Igreja vê Jesus hoje em dia e desde o tempo, muito longínquo já, em que deixou as catacumbas: Deus incarnado é uma doutrina que se sabe de cor e se prega muito, mas de que não se tem a mínima experiência íntima. E é esta experiência que altera radicalmente a nossa relação com Deus, com as outras pessoas, com todos os outros seres: com Deus, torna-nos verdadeiros filhos; com as outras pessoas torna-nos verdadeiros irmãos; e até com todos os outros seres nos torna irmãos, na medida em que os sentimos todos Carne da nossa Carne. E, o que é mais espantoso, passamos a sentir isto tudo sem ser necessário lembramo-nos expressamente de Deus a toda a hora, nem eliminar à bruta os nossos defeitos, que provavelmente permanecerão até à morte, acrescidos de outros que entretanto adquirimos.
Porque Deus Se fez um de nós para sempre, verdadeiramente, exactamente!
sábado, 5 de março de 2011
350 — Não é possível fazermos só o bem
4/1/07 - 6:08
- Maria, diz-me: não é perigoso isto de eu me convencer de que tudo quanto faço é bom?
- Claro que é muito perigoso; na verdade, é muito mau. Nunca te foi dito que tudo quanto fazes é bom; pelo contrário, o que te temos repetido continuamente é que tu pecas “sete vezes ao dia” e já sabes o que isto significa…
- Sim, que estou continuamente fazendo asneiras, autênticas injustiças, verdadeiros males.
- Dá um exemplo.
- Quando, recentemente, eu não tive em consideração que o meu cunhado estava doente e respondei na mesma moeda às suas provocações, fazendo-nos voltar à situação conflituosa de sempre, depois de uma tentativa, da parte de ambos, para acabar com o conflito.
- Mas, ao que Me consta, tu não consideraste mal o que fizeste!
- Eu disse que não consegui evitar o que aconteceu e admiti até que talvez fosse pior evitá-lo.
- Deixa ver se entendo: tu fizeste um mal mas, se o tivesses evitado, provocarias um mal pior!?
- Sim, foi isso que Jesus me explicou.
- Então agora tenta também tu explicar a toda a gente o que Jesus te ensinou.
- Não é possível, na situação em que nos encontramos, fazermos só o bem: nós estamos profundamente deformados. Podemos por isso dizer que cada movimento nosso, seja físico, seja mental, é um movimento de deficiente profundo: até esteticamente está, portanto, fazendo mal a quantos connosco se cruzam, enquanto tornam feio o que seria belo. Esta disformidade é de tal maneira já estrutural, que até o bem já não é possível fazê-lo sem incomodar, sem ferir, sem violência.
- Numa carícia, por exemplo, que mal pode haver?
- Para além de poder sair desajeitada ou num tempo inoportuno, ela pode ser até perversa, se for feita pelo impulso da posse, o que acontece muito mais frequentemente do que julgamos, porventura mesmo sempre.
- Não há, portanto, outro remédio senão usar o mal para fazer o bem!?
- Não há outro remédio senão agirmos conforme estamos; importa apenas que no nosso coração esteja acordado já o Amor; então, impelidos por ele, façamos os que fizermos, todos os nossos movimentos, mesmo os violentos, farão o Bem.
São 7:50!
- Maria, diz-me: não é perigoso isto de eu me convencer de que tudo quanto faço é bom?
- Claro que é muito perigoso; na verdade, é muito mau. Nunca te foi dito que tudo quanto fazes é bom; pelo contrário, o que te temos repetido continuamente é que tu pecas “sete vezes ao dia” e já sabes o que isto significa…
- Sim, que estou continuamente fazendo asneiras, autênticas injustiças, verdadeiros males.
- Dá um exemplo.
- Quando, recentemente, eu não tive em consideração que o meu cunhado estava doente e respondei na mesma moeda às suas provocações, fazendo-nos voltar à situação conflituosa de sempre, depois de uma tentativa, da parte de ambos, para acabar com o conflito.
- Mas, ao que Me consta, tu não consideraste mal o que fizeste!
- Eu disse que não consegui evitar o que aconteceu e admiti até que talvez fosse pior evitá-lo.
- Deixa ver se entendo: tu fizeste um mal mas, se o tivesses evitado, provocarias um mal pior!?
- Sim, foi isso que Jesus me explicou.
- Então agora tenta também tu explicar a toda a gente o que Jesus te ensinou.
- Não é possível, na situação em que nos encontramos, fazermos só o bem: nós estamos profundamente deformados. Podemos por isso dizer que cada movimento nosso, seja físico, seja mental, é um movimento de deficiente profundo: até esteticamente está, portanto, fazendo mal a quantos connosco se cruzam, enquanto tornam feio o que seria belo. Esta disformidade é de tal maneira já estrutural, que até o bem já não é possível fazê-lo sem incomodar, sem ferir, sem violência.
- Numa carícia, por exemplo, que mal pode haver?
- Para além de poder sair desajeitada ou num tempo inoportuno, ela pode ser até perversa, se for feita pelo impulso da posse, o que acontece muito mais frequentemente do que julgamos, porventura mesmo sempre.
- Não há, portanto, outro remédio senão usar o mal para fazer o bem!?
- Não há outro remédio senão agirmos conforme estamos; importa apenas que no nosso coração esteja acordado já o Amor; então, impelidos por ele, façamos os que fizermos, todos os nossos movimentos, mesmo os violentos, farão o Bem.
São 7:50!
sexta-feira, 4 de março de 2011
349 — Até parece verdade, o que o Diabo diz
6/10/97 – 1:18
Foi com este mesmo Sinal da Mulher-vestida-de-sol (18) que me deitei esta noite.
– Mãezinha, que me queres?
– Não és tu que desejas alguma coisa de Mim? Aqui estou.
– Eu sei que estás sempre junto de mim, mas isto de assim Te visualizares através do mesmíssimo Sinal ao deitar-me e agora ao acordar, que é vulgarmente visto como uma coincidência apenas, para mim não é, Tu sabes…
– Então o que é, para ti?
– É um carinho Teu.
– E que te diz o Meu carinho?
– Que não estou só; que tenho a minha Mãe comigo.
– E precisas da Minha presença agora de maneira especial?
– Sentiste, Mãe, como eu, esta voz dentro de mim, a dizer que não, que não preciso de Ti para nada, que tenho Jesus e isso me basta?
– Sim, Eu vivo contigo cada momento do teu Deserto.
– E porque deixas o Demónio fazer-me isto?
– Era do Demónio aquela voz?
– Uma voz que Te afasta de Jesus e de mim, de quem mais poderia ser?
– Mas a voz dizia que te concentrasses em Jesus, que Ele está moribundo, caído no Deserto… Uma voz destas pode ser de Satanás?
– Pode. Já Tu e o Teu Jesus me ensinastes a conhecê-lo melhor: é sempre servindo-se de um pretexto bom e justo que ele lança a sua rede; se nos conseguir aprisionar, torna-se-lhe então mais fácil extinguir em nós a própria bondade e justiça que lhe serviram de pretexto.
– Sê agora concreto: se ouvisses essa voz, o que aconteceria?
– Isolava-me de Ti e com isso me afastaria também de Jesus.
– Como? O pretexto não era concentrar-te exclusivamente na situação dramática do teu Mestre?
– Na Ordem do Céu, nada é exclusivamente: toda a acção nasce da Harmonia e se insere numa Unidade indestrutível.
– A Minha presença não te desvia da lastimosa situação de Jesus?
– Vê, Mãezinha, o que o Inimigo me está sugerindo agora de novo: que esta conversa não é própria de quem está junto de um moribundo. E apresenta-me este facto como prova de que ele tinha razão: Tu afastaste-me do problema do meu Mestre… E continua sugerindo-me outras coisas… Ele não pára, Mãe! Porque lhe permites isto?
– Olha: como te apareci Eu, nos Sinais?
– Como Mulher-vestida-de-sol.
– E por isso julgaste que deverias falar Comigo como tua Rainha, não foi?
– Foi, mas algo muito forte mo impedia e me levava a falar Contigo como Mãe.
– E quando Me sentes como Mãe deixas de Me sentir como Rainha?
– Não: o Teu Colo torna-se um refúgio seguro, inexpugnável.
– Como? Não acabas de dizer que o Demónio parece estar fazendo contigo tudo quanto lhe apetece?
– Ah, mas como gostaria que todos vissem a imagem que vejo: Tu só lhe permites isto para me habituares a conhecê-lo bem; mas basta voltares para o Demónio o Azul fundo dos Teus olhos e, mesmo que o Inferno todo me rodeasse, nesse mesmo instante seria, à minha volta e dentro de mim, a gostosa Paz da minha empolgante, invencível Rainha! Vês? Já me puseste a chorar.
– E que fizeram essas lágrimas? Vê com atenção.
– Regaram todo o terreno à minha volta… E, onde era terra pisada de lá ter estado o exército de Satanás, levanta-se agora o cheiro característico de terra viva…
– Estás cansado, não estás, filhinho?
– Não. Deitei-me cedo, tenho ainda muito tempo para dormir. Vamos continuar, Mãe.
– Que Me queres dizer, então?
– Aquela de esta conversa não condizer com a situação do nosso Jesus até parece verdade!…
– Mas não é, filhinho. Repara bem: não O vês mais animado? Não Lhe vês aquele leve sorriso nos lábios? Não O abandonaste tu próprio ontem, por momentos, para ires acima da colina proclamar a Ressurreição de todas as areias do Deserto?
– Pois foi!…
– E sabes para que quis falar contigo especialmente hoje? Parar te dizer que fiquei tão feliz!…
– Por causa daquele sermão às areias?
– Ah, se soubesses como ardo na expectativa de vos ver todos aqui Comigo, ressuscitados, Meus filhinhos!…
– Mas Jesus…
– Vamos continuar a ampará-Lo, com jeitinho… O Dia está tão perto!…
São 3:16/7!
Foi com este mesmo Sinal da Mulher-vestida-de-sol (18) que me deitei esta noite.
– Mãezinha, que me queres?
– Não és tu que desejas alguma coisa de Mim? Aqui estou.
– Eu sei que estás sempre junto de mim, mas isto de assim Te visualizares através do mesmíssimo Sinal ao deitar-me e agora ao acordar, que é vulgarmente visto como uma coincidência apenas, para mim não é, Tu sabes…
– Então o que é, para ti?
– É um carinho Teu.
– E que te diz o Meu carinho?
– Que não estou só; que tenho a minha Mãe comigo.
– E precisas da Minha presença agora de maneira especial?
– Sentiste, Mãe, como eu, esta voz dentro de mim, a dizer que não, que não preciso de Ti para nada, que tenho Jesus e isso me basta?
– Sim, Eu vivo contigo cada momento do teu Deserto.
– E porque deixas o Demónio fazer-me isto?
– Era do Demónio aquela voz?
– Uma voz que Te afasta de Jesus e de mim, de quem mais poderia ser?
– Mas a voz dizia que te concentrasses em Jesus, que Ele está moribundo, caído no Deserto… Uma voz destas pode ser de Satanás?
– Pode. Já Tu e o Teu Jesus me ensinastes a conhecê-lo melhor: é sempre servindo-se de um pretexto bom e justo que ele lança a sua rede; se nos conseguir aprisionar, torna-se-lhe então mais fácil extinguir em nós a própria bondade e justiça que lhe serviram de pretexto.
– Sê agora concreto: se ouvisses essa voz, o que aconteceria?
– Isolava-me de Ti e com isso me afastaria também de Jesus.
– Como? O pretexto não era concentrar-te exclusivamente na situação dramática do teu Mestre?
– Na Ordem do Céu, nada é exclusivamente: toda a acção nasce da Harmonia e se insere numa Unidade indestrutível.
– A Minha presença não te desvia da lastimosa situação de Jesus?
– Vê, Mãezinha, o que o Inimigo me está sugerindo agora de novo: que esta conversa não é própria de quem está junto de um moribundo. E apresenta-me este facto como prova de que ele tinha razão: Tu afastaste-me do problema do meu Mestre… E continua sugerindo-me outras coisas… Ele não pára, Mãe! Porque lhe permites isto?
– Olha: como te apareci Eu, nos Sinais?
– Como Mulher-vestida-de-sol.
– E por isso julgaste que deverias falar Comigo como tua Rainha, não foi?
– Foi, mas algo muito forte mo impedia e me levava a falar Contigo como Mãe.
– E quando Me sentes como Mãe deixas de Me sentir como Rainha?
– Não: o Teu Colo torna-se um refúgio seguro, inexpugnável.
– Como? Não acabas de dizer que o Demónio parece estar fazendo contigo tudo quanto lhe apetece?
– Ah, mas como gostaria que todos vissem a imagem que vejo: Tu só lhe permites isto para me habituares a conhecê-lo bem; mas basta voltares para o Demónio o Azul fundo dos Teus olhos e, mesmo que o Inferno todo me rodeasse, nesse mesmo instante seria, à minha volta e dentro de mim, a gostosa Paz da minha empolgante, invencível Rainha! Vês? Já me puseste a chorar.
– E que fizeram essas lágrimas? Vê com atenção.
– Regaram todo o terreno à minha volta… E, onde era terra pisada de lá ter estado o exército de Satanás, levanta-se agora o cheiro característico de terra viva…
– Estás cansado, não estás, filhinho?
– Não. Deitei-me cedo, tenho ainda muito tempo para dormir. Vamos continuar, Mãe.
– Que Me queres dizer, então?
– Aquela de esta conversa não condizer com a situação do nosso Jesus até parece verdade!…
– Mas não é, filhinho. Repara bem: não O vês mais animado? Não Lhe vês aquele leve sorriso nos lábios? Não O abandonaste tu próprio ontem, por momentos, para ires acima da colina proclamar a Ressurreição de todas as areias do Deserto?
– Pois foi!…
– E sabes para que quis falar contigo especialmente hoje? Parar te dizer que fiquei tão feliz!…
– Por causa daquele sermão às areias?
– Ah, se soubesses como ardo na expectativa de vos ver todos aqui Comigo, ressuscitados, Meus filhinhos!…
– Mas Jesus…
– Vamos continuar a ampará-Lo, com jeitinho… O Dia está tão perto!…
São 3:16/7!
quinta-feira, 3 de março de 2011
348 — Atenção, areias todas do Deserto!
– 9:45:54
À Mensagem desta noite os Sinais acrescentam o Regresso do Senhor, objectivando-a. Se esta noite Jesus me falou de anúncio, esclarece agora que se trata do anúncio da sua Vinda. Transformados em palavras, aqueles Sinais dizem isto: Vai em Meu Nome! Anuncia-Me! Eis que Eu venho!
Mas a imagem de Jesus é aquela que se me tem destacado nos últimos dias aqui no Deserto e predomina desde há muito tempo: um Companheiro caído, de pálpebras semi-cerradas, arquejando de cansaço e dor, esgotado de todas as forças, inteiramente incapaz, já, de andar. Então eu entendo que devo subir àquela colina ali e gritar à minha volta, com quantas forças os meus pulmões tiverem: Atenção, areias todas do Deserto: o Senhor está entre vós, moribundo. Vai morrer dentro em breve. E quando morrer, passados três dias e meio, regressará! Preparai-vos, areias todas do Deserto, minhas irmãs inocentes: quando Ele regressar, vós sereis transformadas em Filhos de Abraão, luminosos e vivos para sempre!
A nossa Mãe fez-me sinal agora mesmo, através do mostrador do meu relógio, a dizer que está aqui também e, de Coração ansioso, abençoou este meu grito!
À Mensagem desta noite os Sinais acrescentam o Regresso do Senhor, objectivando-a. Se esta noite Jesus me falou de anúncio, esclarece agora que se trata do anúncio da sua Vinda. Transformados em palavras, aqueles Sinais dizem isto: Vai em Meu Nome! Anuncia-Me! Eis que Eu venho!
Mas a imagem de Jesus é aquela que se me tem destacado nos últimos dias aqui no Deserto e predomina desde há muito tempo: um Companheiro caído, de pálpebras semi-cerradas, arquejando de cansaço e dor, esgotado de todas as forças, inteiramente incapaz, já, de andar. Então eu entendo que devo subir àquela colina ali e gritar à minha volta, com quantas forças os meus pulmões tiverem: Atenção, areias todas do Deserto: o Senhor está entre vós, moribundo. Vai morrer dentro em breve. E quando morrer, passados três dias e meio, regressará! Preparai-vos, areias todas do Deserto, minhas irmãs inocentes: quando Ele regressar, vós sereis transformadas em Filhos de Abraão, luminosos e vivos para sempre!
A nossa Mãe fez-me sinal agora mesmo, através do mostrador do meu relógio, a dizer que está aqui também e, de Coração ansioso, abençoou este meu grito!
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