13/7/95 – 6:26
Estás ouvindo cada vez menos! O que tu tens é a cabeça cada vez mais cansada e portanto a imaginação cada vez menos viva! – eram estes dizeres que me ocupavam o espírito ao levantar. Isto é, tudo não passa de pura imaginação! Agora olhem-se os algarismos da hora a que me levantei: eu devo testemunhar, no meio das forças do mal. Neste caso poder-se-ia dizer de outra maneira: eu devo testemunhar o que o Maligno está tentando fazer em mim. Ou seja: pôr cá fora tudo o que se passa cá dentro, sempre com total sinceridade, é condição indispensável para que nunca o Demónio se esconda. O Demónio não pode nunca actuar às claras: a sua face é puro horror, que afastaria toda a gente. Por isso com tanto cuidado escondemos os nossos pecados! E quando os manifestamos, nunca os reconhecemos: temos sempre razão, foi sempre um motivo justo que nos levou a agir. A criança é sempre totalmente sincera enquanto a maldade lhe não começa a poisar no coração. Por isso a recomendação de Jesus: ser como criança sempre, é nunca deixar o Mal esconder-se em nós! Uma vez desmascarado, o Mal esfuma-se. Por isso reconhecer-se pecador, como o publicano, é já ficar limpo; não reconhecer o pecado, como o fariseu, é deixar alastrar a podridão interior.
No meu caso, o pecado estaria em deixar minar a minha Fé, desconfiando do Dom do Senhor. O resultado seria, evidentemente, a angústia, de que eu me procuraria libertar, eventualmente abandonando “tudo isto”. Satanás odeia a sinceridade: ele é o Pai da Mentira!
São 7:50.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
320 — A tua pobreza encantou-Me
– 23:08
Em ponto, a confirmar a Presença da minha Rainha, de olhar meigo, observando a minha mão que escreve… E neste fim de dia, aqui ao longo da Via Norte, à luz dos candeeiros, eu não posso deixar de registar o que mesmo agora acabo de ler no dia 1/12/92, a coroar o monte de Prendas deste dia! Rezo eu assim, pela boca da Vassula:
“A Tua Palavra é a minha delícia, a minha vida e a minha esperança. Que encontraste Tu no meu miserável coração para nele estabeleceres o Teu Trono?”. E Jesus responde-me: “Eu estabeleci o Meu Trono no teu coração para te salvar e libertar. Eu estabeleci o Meu Trono no teu coração para reinar em ti. Eu estabeleci o Meu Trono no teu coração para te dotar do Meu Espírito. A tua pobreza encantou-Me. A tua miséria atraiu-me. E se estes favores se mostraram aos miseráveis, não favorecerei Eu ainda mais os justos, ó homens de pouca Fé?”.
Em ponto, a confirmar a Presença da minha Rainha, de olhar meigo, observando a minha mão que escreve… E neste fim de dia, aqui ao longo da Via Norte, à luz dos candeeiros, eu não posso deixar de registar o que mesmo agora acabo de ler no dia 1/12/92, a coroar o monte de Prendas deste dia! Rezo eu assim, pela boca da Vassula:
“A Tua Palavra é a minha delícia, a minha vida e a minha esperança. Que encontraste Tu no meu miserável coração para nele estabeleceres o Teu Trono?”. E Jesus responde-me: “Eu estabeleci o Meu Trono no teu coração para te salvar e libertar. Eu estabeleci o Meu Trono no teu coração para reinar em ti. Eu estabeleci o Meu Trono no teu coração para te dotar do Meu Espírito. A tua pobreza encantou-Me. A tua miséria atraiu-me. E se estes favores se mostraram aos miseráveis, não favorecerei Eu ainda mais os justos, ó homens de pouca Fé?”.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
319 — A importância do Espírito na condução da Igreja
– 19:44
Quanto mais não seja para chamar a atenção, a minha, a de toda a Igreja, a de todo o mundo para o que vem escrito no dia 5/10/92, eu tenho que pegar na caneta e escrever. Está centrada na importância que deverá assumir o Espírito na condução da Igreja a Mensagem dos últimos dias registada nestes Escritos. A própria mensagem de hoje, ao vincar que o “rei” deverá sempre ouvir humildemente o “conselho dos anciãos” que, representando todo o Povo, conserva, fiel, a Voz do Espírito, independentemente do “rei” que governar o Povo de Deus.
Ora veja-se então o que, como coroando toda a Revelação deste dia, o Senhor diz do Seu Espírito Santo! É preciso que a Igreja leia este texto, muitas vezes. Transcrevo apenas o que Jesus diz, como Voz de Yahveh, o Eterno, como em resumo: “Depressa, muito depressa, o Meu Espírito soprará em vós com tal força, que irá produzir um poderoso estrondo”. Como naquele Pentecostes!…
Quanto mais não seja para chamar a atenção, a minha, a de toda a Igreja, a de todo o mundo para o que vem escrito no dia 5/10/92, eu tenho que pegar na caneta e escrever. Está centrada na importância que deverá assumir o Espírito na condução da Igreja a Mensagem dos últimos dias registada nestes Escritos. A própria mensagem de hoje, ao vincar que o “rei” deverá sempre ouvir humildemente o “conselho dos anciãos” que, representando todo o Povo, conserva, fiel, a Voz do Espírito, independentemente do “rei” que governar o Povo de Deus.
Ora veja-se então o que, como coroando toda a Revelação deste dia, o Senhor diz do Seu Espírito Santo! É preciso que a Igreja leia este texto, muitas vezes. Transcrevo apenas o que Jesus diz, como Voz de Yahveh, o Eterno, como em resumo: “Depressa, muito depressa, o Meu Espírito soprará em vós com tal força, que irá produzir um poderoso estrondo”. Como naquele Pentecostes!…
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
318 — O novo Salomão só poderá ter filhos humildes
– 18:50
Mãe e Filho são Luz em mim, pelo Poder do Espírito. Sinto em mim a Seiva da Vida correndo. É ela que me irriga o entendimento, tornando-o assim apto a receber a Luz que vem do pequenino versículo que Jesus me deu esta madrugada. Não se entendem sem contexto aquelas palavras, mas o contexto deixa-o sempre o Mestre ao meu cuidado. A Mensagem está no sítio exacto que Ele indicou. Assim, do contexto, percebi que Roboão, filho de Salomão e seu sucessor, não atendeu aos rogos de Jeroboão e seus partidários, que Salomão havia forçado a exilar-se no Egipto. Em vez de atender à opinião do “conselho dos anciãos” de seu pai, Roboão preferiu escudar-se na opinião dos jovens seus companheiros e, inchado de soberba, disse isto aos partidários de Jeroboão: “O meu dedo mínimo é maior que o ventre de meu pai. Meu pai impôs-vos um jugo pesado? Eu o tornarei ainda mais pesado. Ele castigou-vos com açoites? Eu vou castigar-vos com escorpiões”! E aqui paro perante um facto estranho: eu lembro-me desta frase desde muito tenra infância, como elemento de uma história ouvida nos joelhos do meu pai. E sei que a história contava a decadência e o pecado de Salomão, causa da soberba deste seu filho e da consequente divisão do país. E o meu pai dizia-me que o pecado de Salomão não poderia acontecer comigo de modo nenhum!
Porque me conduziu Jesus aqui esta noite? Todo o dia me andou bailando no espírito o facto de o “conselho de anciãos” que aconselhava o rei Salomão, depois da morte deste se ter colocado numa posição oposta à do velho rei, aconselhando agora o filho a reparar o mal feito pelo pai: “Se tu te mostras bom para com este povo (partidários de Jeroboão) e lhe dás ouvidos e lhe falas com benevolência, ele será teu servo para sempre”. E, por mais insólita e subjectiva que pareça a interpretação, a mim, hoje e aqui, o Senhor me está dizendo isto: na Sua Igreja do Tempo Novo o novo Salomão não deverá ser causa de desunião, mas de unidade. Para isso, nunca deverá governar autocraticamente, mas, sempre humilde e sábio como no princípio, deverá sempre auscultar a opinião do Povo de Deus, de que é representante o “conselho de anciãos” em que eu estou vendo o Colégio Episcopal . Esquecer isto é ceder à tentação do endeusamento, um terrível vírus, altamente contagioso, propagável de geração em geração e responsável por todas as divisões. O novo Salomão só poderá ter filhos humildes!
Mãe e Filho são Luz em mim, pelo Poder do Espírito. Sinto em mim a Seiva da Vida correndo. É ela que me irriga o entendimento, tornando-o assim apto a receber a Luz que vem do pequenino versículo que Jesus me deu esta madrugada. Não se entendem sem contexto aquelas palavras, mas o contexto deixa-o sempre o Mestre ao meu cuidado. A Mensagem está no sítio exacto que Ele indicou. Assim, do contexto, percebi que Roboão, filho de Salomão e seu sucessor, não atendeu aos rogos de Jeroboão e seus partidários, que Salomão havia forçado a exilar-se no Egipto. Em vez de atender à opinião do “conselho dos anciãos” de seu pai, Roboão preferiu escudar-se na opinião dos jovens seus companheiros e, inchado de soberba, disse isto aos partidários de Jeroboão: “O meu dedo mínimo é maior que o ventre de meu pai. Meu pai impôs-vos um jugo pesado? Eu o tornarei ainda mais pesado. Ele castigou-vos com açoites? Eu vou castigar-vos com escorpiões”! E aqui paro perante um facto estranho: eu lembro-me desta frase desde muito tenra infância, como elemento de uma história ouvida nos joelhos do meu pai. E sei que a história contava a decadência e o pecado de Salomão, causa da soberba deste seu filho e da consequente divisão do país. E o meu pai dizia-me que o pecado de Salomão não poderia acontecer comigo de modo nenhum!
Porque me conduziu Jesus aqui esta noite? Todo o dia me andou bailando no espírito o facto de o “conselho de anciãos” que aconselhava o rei Salomão, depois da morte deste se ter colocado numa posição oposta à do velho rei, aconselhando agora o filho a reparar o mal feito pelo pai: “Se tu te mostras bom para com este povo (partidários de Jeroboão) e lhe dás ouvidos e lhe falas com benevolência, ele será teu servo para sempre”. E, por mais insólita e subjectiva que pareça a interpretação, a mim, hoje e aqui, o Senhor me está dizendo isto: na Sua Igreja do Tempo Novo o novo Salomão não deverá ser causa de desunião, mas de unidade. Para isso, nunca deverá governar autocraticamente, mas, sempre humilde e sábio como no princípio, deverá sempre auscultar a opinião do Povo de Deus, de que é representante o “conselho de anciãos” em que eu estou vendo o Colégio Episcopal . Esquecer isto é ceder à tentação do endeusamento, um terrível vírus, altamente contagioso, propagável de geração em geração e responsável por todas as divisões. O novo Salomão só poderá ter filhos humildes!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
317 — Não admito o meio termo
– 10:34
Sublinho o 4, porque me está já há dias chamando a atenção este algarismo. Manda-me anunciar. Mas não me diz o quê, nem como, nem onde, nem a quem. É como se a sua função fosse apenas, para já, manter viva em mim a perspectiva do anúncio, enchendo-a mais e mais de ânsia. Foi-me já dito que, enquanto outra ordem me não for claramente comunicada, anunciar é escrever. Vejo então aqui uma indicação para que não largue as vigílias e continue a escrever o que dentro de mim se vai passando: anunciar é revelar o coração. Como pelos frutos se conhece a árvore, estes Escritos são como frutos que vão surgindo e amadurecendo. Há-de chegar a hora de serem colhidos. Então as pessoas provarão e dirão: São amargos; quem os pode tragar? Ou, pelo contrário, ao prová-los, arregalarão os olhos, o rosto inteiro e dirão: Que maravilha! Que árvore é esta, que tais frutos dá!? Já se viu, pela amostra, que o que não admito é o meio termo. O meu maior desgosto seria que as pessoas, ao prová-lo, dissessem: Ah… Comem-se… A minha ânsia do momento é que chegue a hora da colheita e a minha esperança é que os meus frutos sejam suculentos e saborosos. A minha ânsia virá do Senhor, se for temperada pela paciência; a minha esperança será Dom do Pai, se for sendo amassada com o sofrimento. Tenho sempre medo de que ânsia e esperança sejam alimentadas pela ambição: seriam nesse caso os meus frutos bem amargos e em breve a árvore, tornada estéril, seria irremediavelmente arrancada do pomar do Senhor! Agarro neste momento a manga do meu Mestre e peço-Lhe que não deixe isto acontecer. Ele não Se chateia, mas também não me responde: continua ao meu lado caminhando devagar e em silêncio. Creio que está ardendo no desejo de que eu Lhe chegue ao Coração. Se Ele me dissesse como se faz isso rápido, eu fazia-o, fosse o que fosse. Mas é como se Ele me dissesse que tenha calma: como nas árvores, há um tempo de queda da folhagem, de desolação, de explosão ingénua e anárquica da vida e por fim um tempo de se desfazer em dom. É preciso não precipitar os ciclos da vida. E eu creio no meu Mestre: Ele é em verdade o único Mestre.
Sublinho o 4, porque me está já há dias chamando a atenção este algarismo. Manda-me anunciar. Mas não me diz o quê, nem como, nem onde, nem a quem. É como se a sua função fosse apenas, para já, manter viva em mim a perspectiva do anúncio, enchendo-a mais e mais de ânsia. Foi-me já dito que, enquanto outra ordem me não for claramente comunicada, anunciar é escrever. Vejo então aqui uma indicação para que não largue as vigílias e continue a escrever o que dentro de mim se vai passando: anunciar é revelar o coração. Como pelos frutos se conhece a árvore, estes Escritos são como frutos que vão surgindo e amadurecendo. Há-de chegar a hora de serem colhidos. Então as pessoas provarão e dirão: São amargos; quem os pode tragar? Ou, pelo contrário, ao prová-los, arregalarão os olhos, o rosto inteiro e dirão: Que maravilha! Que árvore é esta, que tais frutos dá!? Já se viu, pela amostra, que o que não admito é o meio termo. O meu maior desgosto seria que as pessoas, ao prová-lo, dissessem: Ah… Comem-se… A minha ânsia do momento é que chegue a hora da colheita e a minha esperança é que os meus frutos sejam suculentos e saborosos. A minha ânsia virá do Senhor, se for temperada pela paciência; a minha esperança será Dom do Pai, se for sendo amassada com o sofrimento. Tenho sempre medo de que ânsia e esperança sejam alimentadas pela ambição: seriam nesse caso os meus frutos bem amargos e em breve a árvore, tornada estéril, seria irremediavelmente arrancada do pomar do Senhor! Agarro neste momento a manga do meu Mestre e peço-Lhe que não deixe isto acontecer. Ele não Se chateia, mas também não me responde: continua ao meu lado caminhando devagar e em silêncio. Creio que está ardendo no desejo de que eu Lhe chegue ao Coração. Se Ele me dissesse como se faz isso rápido, eu fazia-o, fosse o que fosse. Mas é como se Ele me dissesse que tenha calma: como nas árvores, há um tempo de queda da folhagem, de desolação, de explosão ingénua e anárquica da vida e por fim um tempo de se desfazer em dom. É preciso não precipitar os ciclos da vida. E eu creio no meu Mestre: Ele é em verdade o único Mestre.
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